terça-feira, 30 de outubro de 2007

acabou!

Prazo encerrado para postagem de novas matérias.
Parabéns a todos (as) que participaram deste projeto-piloto em comunicação.

Jornalismo esportivo de saias

Trabalho analisa papel das mulheres na imprensa especializada em esporte

Quem disse que mulher não entende de futebol? Vários nomes atuais do jornalismo esportivo provam que as mulheres sabem, sim, falar do esporte.

Um trabalho de conclusão de curso da aluna da Universidade IMES, Thalita Cardoso mostra o papel feminino neste tipo de cobertura na história da imprensa brasileira.

A pesquisa de Thalita conta com embasamento histórico: revela quais foram as primeiras jornalistas esportivas brasileiras e conta conta como a revolução feminina contribuiu para aumentar o espaço das mulheres na redação.

Segundo a aluna, apesar das evoluções, ainda existe muito precoceito: "A mulher ainda enfrenta não só o preconceito em relação ao sexo, mas também a dúvida quanto à sua capacidade intelectual. Ainda não são muitas as mulheres que escolhem esportes, mas o espaço aumentou, e muito. O trabalho responde melhor do que qualquer discussão em relação à competência", explica.

Seis jornalistas foram entrevistadas por Thalita para realizar o trabalho, entre elas a comentarista Soninha, da ESPN.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

SALTO ALTO APENAS FORA DOS CAMPOS


Por Diego Fuzo Garutti

Nos campos, o salto alto ainda caminha a passos curtos em busca de seu espaço. Já nos jornais, sites, revistas, rádios e televisões, as mulheres caminham a passos largos em busca do reconhecimento profissional. Quando se pensa em jornalismo esportivo, se pensa em Milton Neves, Roberto Avallone, Chico Lang, Juca Kfouri, Paulo Vinicius Coelho, Renata Fan, como é? Renata Fan? Sim. As mulheres também fazem parte de nossa imprensa esportiva. Além de Renata, também faz sucesso neste segmento Soninha, Carla Gomes e Marilia Ruiz.

Este tema não passou desapercebido aos olhos da aluna Thalita Aguiar, estudante do quarto ano de graduação em jornalismo. No último dia 16 de outubro, Thalita apresentou sua monografia no auditório da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES).

Em seu trabalho, a aluna mostra casos de sucesso na mídia esportiva, como Cida Santos, Regiane Ritter, Michele Gianella, Mariana Becker dentre outros. Uma das jornalistas entrevistadas por Thalita foi Soninha, da ESPN Brasil. A jovem ainda falou das dificuldades que encontrou na produção de seu trabalho.

A Jornalista conta que esta cansada de ouvir a seguinte frase: “ Uma mulher nunca pode gostar de futebol, não foi feita para isso, mulher é para ficar na cozinha”. Thalita ainda fala que para se manter no meio é preciso impor respeito, mostrar informação e ter competência.

Mulheres no jornalismo esportivo é mais um trabalho acadêmico que pode ser de grande utilidade para pesquisadores e jornalistas em geral. Para encontrar a monografia é só comparecer no IMES, de segunda a sexta-feira, das 08:00 as 12:00 e das 14:00 as 23:00.

Sustentabilidade Ambiental e Mulheres Jornalistas no Esporte são temas de monografia de alunos da Universidade IMES

Apresentações encerram a jornada de exposições dos Trabalhos de Conclusão de Curso em classe


Iniciando as apresentações dos TCCs, na última terça-feira, dia 23 de outubro, a aluna do quarto ano de jornalismo, Thalita Cardoso Aguiar, apresentou a monografia que desenvolveu. O tema abordado por Thalita tem como objetivo desmistificar a inserção da mulher no mundo jornalístico especificamente na área esportiva. A estudante relata que os preconceitos vividos pelas mulheres foram muitos, e que somente a partir da década de 70 é que a classe feminina foi ganhando espaço. No período anterior à década, de acordo com a estudante, o espaço dado a essas profissionais era somente de free lancers.

Para o desenvolvimento do trabalho, Thalita entrevistou seis mulheres jornalistas, e um jogador de futebol atuante. Durante a apresentação, a estudante citou nomes de algumas mulheres que fazem parte do espaço esportivo, entre elas, a jornalista Renata Fan, que se destaca por ancorar uma mesa-redonda de futebol na TV.

De acordo com a estudante a intenção para o trabalho era entrevistar um profissional que tivesse atuado na década do surgimento das atividades dessas mulheres nesse segmento: “Uma das dificuldades que eu tive com as entrevistas é que por eu ter começado a pesquisa seis meses após o prazo que os outros grupos iniciaram, foi um desafio porque calhou de ser bem na época dos Jogos Pan- americanos, e os atletas estavam todos no Rio de Janeiro”, conta a estudante.

Depois de finalizar o trabalho veio a banca: “Senti um alívio total quando acabei já que o prazo era o que mais me preocupava. Antes de ir para a banca fiquei nervosa, achei que não ia saber lidar com a situação, mas depois que eu estava lá, que me fizeram as perguntas e eu sabia responder e lembrava de coisas que eu tinha passado, fui ficando mais calma”, relembra Thalita.

A estudante afirma que o trabalho foi o resultado da admiração que ela tem pelo jornalismo esportivo. Thalita desabafa, mas não perde a esperança: “É um mundo masculino, mas eu sei que é possível reverter a situação e independente do fato deles pensarem que mulher não entende de futebol, eu quero ser uma dessas jornalistas que trabalham com o esporte e posso mostrar que mulher entende das regras e do mundo esportivo sim”.

Em seguida dando continuidade às apresentações, foi a vez da estudante Vanessa Prates, que em sua monografia intitulada “Sustentabilidade Ambiental no Conteúdo Jornalístico” resolveu abordar o tema que vem sendo muito discutido. O objetivo de Vanessa foi a partir da divulgação em massa sobre a sustentabilidade ambiental, analisar matérias jornalísticas a fim de reconhecer o uso do conceito de desenvolvimento sustentável no espaço editorial.


De acordo com a estudante, a forma mais avançada de tratar a ecologia é abordando a questão. Vanessa afirma que neste segmento, as matérias devem ter caráter de orientação aos leitores e caso a informação não seja passada de forma satisfatória, o público para o qual o conteúdo se destina pode não compreender a real intenção do texto. “Para que haja uma informação completa é importante mostrar uma abordagem ampla que leve em conta o desenvolvimento sustentável e as necessidades que o planeta enfrenta, conscientizando a todos de seus papéis em relação à natureza”.


O trabalho de caráter exploratório, apresentou embasamento teórico como pesquisa documental de matérias em periódicos de grande visibilidade como Veja, Isto é e Época, por exemplo.
Caroline Longue Terzi

Assuntos atuais são temas de monografias

Monografias iniciam as apresentações finais de TCC dos alunos de quarto ano de jornalismo




Com temas interessantes, as alunas Vanessa Prates e Talita Cardoso Aguiar apresentaram suas monografias na Universidade IMES. Ambas as jovens são alunas do quarto ano do curso de Jornalismo.

De início, Vanessa Prates apresentou o tema “Sustentabilidade Ambiental no Conteúdo Jornalístico”, que consiste em analisar matérias jornalísticas para saber como é usado o conceito de sustentabilidade. A idéia de abordar esse tema surgiu devido ao grande número de material publicado sobre a sustentabilidade ambiental.

Para concretizar o trabalho, a estudante realizou pesquisas em publicações conhecidas e de alta credibilidade, como por exemplo, as revistas Veja, Isto é e Época.

Vanessa disse que as publicações sobre o tema precisam ser relatadas de maneira informativa, que conscientizem e orientem o leitor: “Para que haja uma informação completa, é importante mostrar uma abordagem ampla que leve em conta o desenvolvimento sustentável e as necessidades que o planeta enfrenta, conscientizando a todos de seus papéis em relação à natureza”.

Depois de Vanessa foi a vez de Talita apresentar sua monografia: “Mulheres no Jornalismo Esportivo”.A jovem entrevistou 6 mulheres e 1 jogador para concluir o trabalho.

Talita disse que a área esportiva é muito preconceituosa, pois as pessoas acham que mulheres não entendem de esporte: “É um meio muito masculino, mas está crescendo, principalmente na TV”.

O interesse de mulheres jornalistas que desejam trabalhar com esporte está crescendo e pode ser comprovado com a jovem Renata Fan, que é a ancora de um programa esportivo.

Quando questionada sobre os desafios enfrentados para elaborar o trabalho, a aluna disse que foi o tempo, pois teve que fazer o trabalho em 6 meses.

As estudantes apresentaram suas monografias para a banca examinadora no dia 16 de outubro, no auditório da Universidade IMES, e receberam elogios.
Luana Teodoro

domingo, 28 de outubro de 2007

O campo esportivo e a mulher


A aluna Thalita Cardoso Aguiar do 4ª ano de jornalismo do Imes apresentou no último dia 16/10 seu Trabalho de Conclusão de Curso a monografia “Mulheres no Jornalismo Esportivo”.

Como ela mesma abordou apesar da mulher ter conquistado seu espaço no mercado de trabalho ainda existe um certo preconceito no setor de jornalismo esportivo, “Temos várias profissionais que trabalham neste segmento como Renata Fan, Marilia Ruiz, Cida Santos, mas o preconceito ainda é grande” explica a aluna. Até os anos 90 a presença feminina no jornalismo esportivo era inexpressivo, na década de 90 a repórter e comentarista Regiane Ritter se destacou justamente por conseguir seu espaço na imprensa.

Já em 1991 ela alcançaria o prêmio de melhor jornalista esportiva do Estado de São Paulo, abrindo com muita competência e personalidade um marco na expansão das mulheres na profissão.

Thalita que pretende trabalhar neste setor do jornalismo, ainda cita que apesar da mulher ter alcançado seu espaço ainda sofre discriminação ou por sexo ou por sua capacidade intelectual, a um tempo atrás não existia sala de imprensa para coletivas então os repórteres entravam no vestiário para suas reportagens e os atletas geralmente estavam nus e como entender a presença de uma mulher em um vestiário masculino? É uma situação complicada, mas como hoje existem as salas de imprensa para entrevistas este tipo de situação não existe mais.

A mulher pode sim ter seu espaço, ela não quer tomar o lugar dos homens, basta acabar com esse pensamento machista de que por ser o sexo “frágil” não cabe profissional mulher neste meio.


Edson Fonseca

O Meio Ambiente e a Natureza


Porque cuidar do Meio Ambiente? Como o Jornalismo Ambiental pode proteger a natureza? São questões colocadas principalmente nos dias de hoje, devido ao aquecimento global e que a Monografia apresentada por Vanessa Prates tenta esclarecer.

O pré-lançamento feito na última terça-feira (23/10/2007) na Universidade Imes mostra uma prévia do que esse trabalho terá em seu conteúdo. Hoje a preocupação com o meio ambiente tem gerado muita discussão em todo mundo, pesquisadores vem a público informar os sérios problemas causados pelo aquecimento global e a necessidade de se tomar medidas drásticas para tentar reverter essa situação.

A monografia quer demonstrar através de pesquisas, entrevistas como que o homem pode ajudar a preservar o meio ambiente, como que os estudiosos vêem a boa vontade do ser humano com esse encargo. Como o jornalismo ambiental pode ajudar a proteger a natureza, seja com matérias, com artigos, com denúncias, meios que possam fazer com que o ser humano participe mais ativamente desta luta que é de todos.

Esta estréia esta prevista para dezembro na Universidade Imes e promete mexer com o público, pois é um tema que esta na mídia e que precisa ser tratado com carinho.



Edson Fonseca

Toque feminino no jornalismo esportivo




Estudante faz monografia sobre o aumento do número de mulheres no jornalismo esportivo


Na última terça-feira, 23, a estudante do último ano de jornalismo,Thalita Cardoso, fechou a sequência de apresentações sobre TCCs que aconteceu durante as aulas de Assessoria de Comunicação, com o professor Arquimedes Pessoni.
Diferente das apresentações anteriores, onde os alunos mostraram as prévias dos trabalhos, a estudante falou sobre seu trabalho já apresentado, com êxito, para a banca no Trabalho de Conclusão de Curso, a monografia sobre mulheres no jornalismo esportivo.
Thalita mostrou total conhecimento no tema escolhido e muita vontade de seguir o caminho de Renata Fan, Michele Gianella, Marília Ruiz entre outras jornalistas que fazem sucesso numa área ainda masculina. "Escolhi o tema, pois, gosto e serei uma jornalista esportiva", explica a estudante.
Recordando a trilha do trabalho, Thalita diz que aprendeu muita coisa com as pesquisas e entrevistas feitas com algumas jornalistas, como com a que a jovem fez com Cida Santos, e sua maior dificuldade foi o curto tempo que teve para concluir a monografia. "Por motivo de saúde, precisei me desligar do antigo grupo e ao voltar, comecei a fazer a monografia", relembra Thalita.
Agora a quase jornalista formada pretende corrigir alguns erros apontados pelos examinadores e ir além. Ela aspira realizar seu sonho e em breve estar em alguma mídia esportiva.

Rafael Kenji

Cavalos auxiliam em tratamento de portadores de deficiência




Publicação aborda equoterapia de um novo ângulo

O grupo Flor de Lis formado pelas alunas Adriana Dias, Caroline Terzi, Claudia Cristina, Elaine Boaventura e Luana Teodoro apresentaram para os alunos do 4º ano de jornalismo a revista Equo & Terapia. A apresentação foi realizada no dia 16 e nela foi explicada que a publicação abordará a equoterapia de um modo diferenciado de outras publicações.

Ela será mensal e dará destaque para as técnicas utilizadas, profissionais, praticantes e cavalos. Um dos lugares de tratamento foi o Centro Equoterápico Cidade dos Meninos em Santo André, onde as integrantes entraram em contato com cavalos e conseguiram fontes para a realização do trabalho.

A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo como principal instrumento na terapia trazendo benefícios para pessoas que possuem algum tipo de deficiência. É um tratamento trazido de fora do país, comprovado cientificamente e aprovado pelo Conselho Federal de Medicina há 10 anos.

O cavalo é um animal escolhido para essa terapia, porque se assemelha com o ser humano na vida social e principalmente no caminhar. Que é responsável pelas melhorias dos praticantes e chama-se Movimento Tridimensional que acontece no passo do cavalo. Os estímulos que ele recebe são muitos e atuam diretamente no sistema nervoso central.


Aline Dias Cavalcante

Terra Mãe


Trabalho de conclusão de curso tem como tema a Sustentabilidade Ambiental


Por Carolina Pontes


Na ultima terça-feira, (23) a aluna Vanessa Prates dos Santos fez uma concisa apresentação de sua monografia, que aborda a Sustentabilidade Ambiental.
Durante a apresentação Vanessa falou sobre a importância de cada um de nós em relação ao equilíbrio ambiental, falou da pouca vegetação nos últimos tempos e principalmente o importante papel das pessoas na preservação.A aluna contou que o objetivo principal desse projeto era focar nas analises das matérias ambientais.


Esporte também é coisa de mulher

Mulheres no Jornalismo Esportivo é tema de TCC

Por Carolina Pontes

Na ultima terça-feira, (23) a aluna Thalita Cardoso apresentou seu Trabalho de Conclusão de Curso quem tem como tema “Mulheres no Jornalismo Esportivo”.
A aluna começou sua apresentação com uma breve seleção de mulheres que já estão inseridas no mercado de trabalho no meio jornalístico esportivo, entre elas: Renata Fan, Marilia Ruiz, Cida Santos entre outras.
Durante a apresentação Thalita contou de sua dificuldade para finalizar o trabalho: “No inicio do ano eu estava num grupo de TCC, e por alguns problemas decidi sair, por isso tive que optar por um tema para a monografia”, por isso optou por um tema que sempre admirou.
O objetivo do trabalho é trazer o número de mulheres que atuam nessa área para todos os meios e falar sobre o preconceito dos homens referente as mulheres no jornalismo esportivo.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Monografias enceraram o ciclo de apresentações dos alunos do 4º ano




Jornalismo esportivo feminino e a Sustentabilidade ambiental foram os últimos temas discutidos em sala de aula na Universidade Imes










Na ultima terça-feira dia 23 de outubro, a estudante Thalita Cardoso expôs seu trabalho em formato de monografia. O tema desta vez foi “Mulheres no jornalismo esportivo”.
Thalita já havia defendido seu projeto jornalístico uma semana antes com seu orientador e convidados.
A estudante deu início mostrando um histórico sobre a mulher no jornalismo e sua inserção no meio esportivo.

A graduanda conta que correu contra o tempo para fazer a monografia: “No começo do semestre estava num grupo de TCC, tive alguns problemas mas precisei decidir rápido pelo tema que eu sempre gostei”, diz a estudante de jornalismo.

Foi citados vários nomes e personalidades que fizeram parte da história do jornalismo feminino que enfrentaram solo masculino tais como: Maria Josefa Barreto Pereira Pinto, Renata Fan, Cida Santos entre outras.
O objetivo e justificativa do trabalho é trazer o número de mulheres que atuam nessa área tanto nos meios radiofônico, televisivo ou impresso e abordar o preconceito sofrido contra essas jornalistas.

“Passar por esse processo de pesquisa foi enriquecedor e me mostrou como enfrentar o futuro da maneira que uma profissional dessa área deve lidar com o dia-a dia”, finaliza Thalita.

Em seguida a aluna Vanessa Prates dos Santos fez uma breve apresentação sobre sua monografia. O tema se trata da Sustentabilidade Ambiental. A futura jornalista focou as preocupações sobre a pouca vegetação e o equilíbrio do meio ambiente. “Para meu trabalho, meu objetivo foi a profundidade das pesquisas das análises das matérias ambientais” conta a estudante.

Depois de finalizar suas idéias em relação a sua pesquisa, Vanessa trouxe um convidado para contar um pouco sobre o cotidiano da assessoria da CUT onde ela trabalha como estagiária.
Por Glaucia Balbachan

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

TERAPIA A QUATRO PATAS




Tratamento com cavalos é realizado em prol de pessoas com deficiência

Na última terça-feira, 16 de outubro, um grupo de alunas do quarto ano de Jornalismo do Imes apresentou uma prévia de seu trabalho de conclusão de curso, a Revista Équo & Terapia.
As produtoras da publicação, Adriana Dias, Caroline Longue Terzi, Cláudia Paz, Elaine Boaventura e Luana Teodoro explicam que o objetivo da revista é abordar a equoterapia, um método terapêutico que utiliza os cavalos como principal instrumento para trazer benefícios para pessoas que possuem algum tipo de deficiência seja ela mental, física, psicológica ou emocional.
Através de um ângulo diferenciado, que aborda as técnicas, os profissionais, os praticantes, os cavalos e qualquer assunto interessante que corresponde a terapia, a revista será mensal, com 48 páginas e 11 editorias, seu público-alvo vai desde profissionais e praticantes até para quem não entende e quer conhecer um pouco mais do assunto.
A produtora da publicação, Claudia Paz, conta que a terapia é reconhecida e pode ajudar bastante pessoas com deficiência mental: “ O tratamento é comprovado cientificamente e já foi aprovado pelo Conselho Federal de Medicina e além de acalmar os praticantes serve para estimular o sistema nervoso central”.
As alunas apresentaram seu trabalho para a grande banca na quinta-feira, 18 de outubro, no auditório da própria Universidade e receberam muitos elogios.
Por Ana Carla Molina

Terapia com cavalos é tema de TCC



Por Deborah Silva

Equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo como principal instrumento na terapia. Este é o assunto abordado no trabalho de conclusão de curso das alunas Adriana Dias, Caroline Longue Terzi, Claudia Cristina, Elaine Boaventura e Luana Teodoro.

A revista intitulada “Equo & Terapia” é uma publicação que dá destaque para as técnicas usadas, os praticantes e cavalos. O público alvo são profissionais que atuam na área e pessoas pertencentes às classes A e B.

A publicação mensal de 48 páginas traz 11 editorias como: “Artigo” com profissional da aérea, “Bate-Papo”, na qual é realizada uma entrevista com personalidades da equoterapia, “Alternativa”, que aborda outras terapias, dentre outras.

Para a construção das matérias todas as entrevistas foram realizadas pessoalmente em oito centros de equoterapia, e em dois ranchos espalhados no estado de São Paulo. A terapia com cavalos é um tratamento comprovado cientificamente e foi aprovado pelo Conselho Federal de Medicina há 10 anos.

“A publicação “Équo & Terapia” é viável, pois não existe nenhuma revista no mercado como a nossa” conclui Elaine Boaventura.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A terapia sobre quatro patas da resultado




O cavalo na Terapia



O grupo de TCC composto por Caroline Terzi, Luana Teodoro, Adriana Dias e Elaine Boaventura apresentou na última quinta-feira no auditório do prédio B da Universidade Imes a Revista “Equoterapia”. Composta por 11 editorias sendo: Editorial, Artigo, Conheça, 4 Patas, Atualidade, Especial, Personagem Bate-Papo, Alternativa, Raio X e Equo & Arte, mostra como os cavalos podem ser utilizados como ferramenta de trabalho para objetivos terapêuticos.

Com um forte apelo visual “A revista tem uma diagramação que dá interesse ao nosso público-alvo pela leitura” explica Luana Teodoro uma das integrantes do grupo.

A utilização do cavalo como instrumento terapêutico proporciona movimentos tridimensionais, variáveis, rítmico e repetitivo visando estabelecer melhores funções neurológicas e processamento sensorial do paciente.
Um dos maiores colaboradores para a conclusão do trabalho foi a ANDE (Associação Nacional de Equoterapia) segundo o grupo. Apesar de ainda constar um pouco de preconceito devido ao fato de ser uma técnica nova, vem tendo um aumento considerável de adeptos. O público-alvo se resume a profissionais, freqüentadores de centros de Equoterapia localizados nas classes A e B.

A estréia foi um sucesso entre os presentes, e esse mesmo sucesso se espera dela no mercado consumidor.




Edson Fonseca

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Equoterapia uma prática que muda vidas

Terapia contribui com a parte física e mental de pacientes

Muitas pessoas não conhecem umas das terapias que mais trazem resultados rápidos e eficientes aos seus praticantes. A Equoterapia é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento de pessoas portadoras de deficiências ou com necessidades especiais. O caminhar do cavalo é o que mais se assemelha do humano e isso influencia, através do movimento, o desenvolvimento motor, psíquico e social do praticante.
Um grupo composto por alunas do 4º ano de Jornalismo da Universidade IMES, localizada em São Caetano do Sul, produziu como trabalho de conclusão de curso uma revista especializada na prática. Com o nome de Équo&Terapia, o projeto tem como objetivo ser uma diferencial no mercado especializado para a prática da terapia.
A revista será mensal e dividida em onze editorias, entre elas: um artigo escrito por um especialista da área, 4 patas que irá falar sobre raças de cavalos, alternativa que irá propor outras terapias dentro da equoterapia.
“A equoterapia não é apenas andar à cavalo, mas envolve também a limpeza, a prática de alimentá-lo, ou seja, os cuidados com o animal em geral, que podem servir como exercícios”, afirma Elaine Boaventura, uma das responsáveis pelo projeto.
A publicação conta ainda com histórias emocionantes de praticantes que mudaram suas vidas e adquiriram muitas melhorias por meio da equoterapia.
O grupo apresentou uma prévia do projeto para os alunos e professores do 4º ano de Jornalismo na própria Universidade. Logo em seguida foram avaliadas e aprovadas pela banca examinadora da Universidade que acharam o projeto muito viável comercialmente no mercado especializado na área.
Marcus Oliveira

Equoterapia agora em revista

A estréia de uma revista inovadora

Quem já ouviu falar em equoterapia? E da importância dela na vida de pessoas portadores de deficiência ou necessidades especiais? Pra começar, a equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento físico e psicológico dessas pessoas. Até então no cenário atual de revistas mensais não existia nenhuma que abordasse esse tema, foi quando as estudantes do último ano de jornalismo, Luana Teodoro, Elaine Boaventura, Adriana Dias e Caroline Terzi resolveram ter como projeto de conclusão de curso uma revista que falasse apenas disso: “Não existe nenhuma revista que aborda este tratamento médico, queremos abordar este estudo de uma forma diferente, dando destaque para as técnicas usadas, os profissionais, os praticantes e os cavalos” afirma a estudante Elaine Boaventura.
A publicação com 48 páginas recebe 11 editorias sendo: Editorial, Artigo, Conheça, 4 Patas, Atualidade, Especial, Personagem Bate-Papo, Alternativa, Raio-X e Equo & Arte. A revista tem um forte apelo visual e com fotos tiradas nos próprios centros visitados, segundo uma das idealizadoras do projeto, Luana Teodoro a revista Equoterapia tem uma diagramação que dê interesse à leitura do público-alvo.
O grupo ainda explica que na equoterapia, o cavalo é utilizado como instrumento de trabalho para se alcançar os objetivos terapêuticos. Ela exige a participação do corpo inteiro, de todos os músculos e de todas as articulações da pessoa. Os movimentos rítmicos, precisos e tridimensionais do cavalo, que ao caminhar se desloca para frente e para trás, para os lados e para cima e para baixo, pode ser comparado com a ação da pelve humana no andar, permitindo a todo instante, entradas sensoriais, com estimulações olfativa, visual e auditiva.
A estréia da revista “Equoterapia” aconteceu nesta última quinta-feira, no auditório principal da Unviersidade IMES, impressionando a todos presentes com a qualidade das reportagens e a maneira como foi abordado o assunto.
Priscila Aguiar

Patas que curam

Trabalho universitário revela técnica de recuperação com uso de cavalos

Se uma das condições para realizar um bom Trabalho de Conclusão de Curso é falar sobre um tema pouco explorado, o projeto das alunas Adriana Dias, Caroline Terzi, Luana Teodoro, Elaine Boaventura e Cláudia Cristina atende a esses requisitos mínimos.

Se trata da revista Equo&Terapia. O nome pode parecer estranho principalmente porque o método é pouco difundido.

Segundo definição da Ande (Associação Nacional de Equoterapia), a técnica é um "método
terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de Saúde, Educação e Equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou de necessidades especiais".

Aliás, a Associação foi umas das maiores colaboradoras para a realização do trabalho, segundo o grupo.

A equoterapia é usada como tratamento alternativo para pessoas que, por exemplo, sofreram alguma lesão e estão reaprendendo a andar. A técnica, no entanto, ainda é alvo de preconceitos. Por ser um método novo, ainda é vista com maus olhos por vários médicos.

Segundo as alunas, o público da revista são profissionais e frequentadores de centros de equoterapia, localizados nas classes A e B.

São 11 editorias, além de uma coluna escrita por uma profissional do ramo. As alunas contaram que muitas pautas ficaram fora do produto final, o que permite criar novas edições.

Retratos universitários

Inspirada na lendária Realidade, revista promete ser referência no jornalismo literário

Experimente perguntar a um jornalista experiente qual a maior referência de jornalismo na história da imprensa brasileira. São grandes as chances de ele citar a revista Realidade.

Criada em 1966, a revista foi um marco por tratar temas com mais profundidade que as concorrentes de época, rompendo com os padrões do jornalismo convencional. Veio para suceder o Cruzeiro, maior revista semanal da época.

Um projeto apresentado por alunos da Universidade Imes de São Caetano do Sul, prova que o sucesso de Realidade causou impacto em outras gerações.

Inspirados nesta lendária revista, Caio Bruno, Marcus Oliveira, Rodolpho Salles, Rodrigo Brasiliense, Phillipe Kawakami, Silvia Dalpicolo, Carla Quintino e Renata Cattaruzzi criaram a Revista Retratos, trabalho de conclusão do curso de jornalismo.

O projeto pretende ser uma revista de reportagens especiais inovadora. Diferentemente das revistas de estilo semelhante existentes no mercado (Caros Amigos, Piauí e Brasileiros) a diagramação e as fotos têm um papel muito importante.

Nesta edição "piloto" de Retratos os alunos abordaram vários assuntos. A matéria de capa conta a história dos garotos de programa. Duas entrevistas emocionantes enriquecem ainda mais o trabalho: José Hamilton Ribeiro conta como era trabalhar na Realidade e Paulo Machado de Carvalho Filho, ex-dono da Record, conta como era a emissora antes da venda para Edir Marcedo.

A intenção dos alunos é criar um site com as reportagens feitas na revista. Retratos tem tudo para ser um sucesso.

Estilo e saúde


A équo-terapia ganha cada vez mais adeptos e é a nova cara da medicina moderna no combate a doenças do corpo e da mente.


Por: Eduardo Chaves

As alunas Adriana Dias, Caroline Terzi, Claudia Paz, Elaine Boaventura e Luana Teodoro do curso de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – IMES encararam o desafio de escrever uma revista especializada em terapia com o uso de cavalos.

A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo como principal instrumento na terapia, que traz benefícios para pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja mental, física, psicológica ou emocional.

Dentro deste conceito, ao criar a publicação Equo & Terapia, as alunas perceberam que estavam lidando com um mercado novo e muito próspero. “Não existe nenhuma revista que aborda este tratamento médico, queremos abordar este estudo de uma forma diferente, dando destaque para as técnicas usadas, os profissionais, os praticantes e os cavalos” afirma a estudante Elaine Boaventura.

A publicação com 48 páginas receberá 11 editorias sendo: Editorial, Artigo, Conheça, 4 Patas, Atualidade, Especial, Personagem Bate-Papo, Alternativa, Raio-X e Equro & Arte.

Segundo uma das responsáveis do projeto gráfico, Luana Teodoro a revista terá um forte apelo visual com fotos tiradas nos próprios centros visitados e também uma diagramação que propicie interesse de leitura ao nosso público alvo.

“A prática desta atividade física é incrível, o praticante vai para frente, para trás, para a direita e para a esquerda, para cima e para baixo, ao mesmo tempo. Os estímulos que ele recebe são muitos e atuam diretamente no sistema nervoso central.” Relata a integrante Claudia Paz que após estudar durante um ano o tema diz possuir material suficiente para mais uma publicação, “foram feitas cerca de cem entrevistas para compor este primeiro volume, daria para continuar com outros números da revista”.

O trabalho de conclusão de curso destas alunas recebeu nota 9.0 da comissão avaliadora, impressionando a jornalista convidada sobre a qualidade das reportagens e também da abordagem teórica sobre o assunto.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

CAVALOS EM AÇÃO


Por Diego Fuzo Garutti

Uma nova idéia pode mudar a vida de muitas pessoas. Quem já ouviu falar em equoterapia? Pois bem. Você que não sabe o significado desta palavra poderá descobrir isso e muito mais na revista Equo & Terapia.

Criada por Adriana Dias, Caroline Longue Terzi, Cláudia Cristina Paz da Silva, Elaine Boaventura e Luana Teodoro, a revista conta com 11 editorias e uma coluna escrita por uma especialista. Equoterapia nada mais é que, um método terapêutico sobre cavalos. Paralisia cerebral, síndrome de down, estresse e depressão são algumas das doenças que podem ser tratadas por este método.

O assunto é inédito nas bancas brasileiras, portanto a pesquisa foi fundamental. O grupo visitou centros de equoterapia, entrevistaram especialistas, visitaram ranchos e pacientes.

A Equo & Terapia teve sua estréia na última quinta-feira(18), no auditório da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES). O grupo recebeu diversos elogios de professores, familiares e alunos.

Todo este sucesso demonstra que o trabalho de um ano na produção do material não foi em vão. Agora, basta aguardar a primeira edição nas bancas no mês de dezembro.

domingo, 21 de outubro de 2007

Equoterapia e cura





Por: Carolina Pontes

Equoterapia pode ser nova chance de cura para algumas doenças.

As alunas Adriana Dias, Caroline Longue Terzi, Cláudia Cristina Paz da Silva, Elaine Boaventura e Luana Teodoro apresentaram nesta ultima terça-feira, (16) a fase final de uma revista produzida por elas sobre equoterapia.

A revista tem a finalidade mostrar para os leigos um novo método de tratamento e cura pra certas doenças como: síndrome de down, estresse, depressão e paralisia cerebral.

Depois de uma longa pesquisa elas constataram que o público-alvo é A e B. E a maioria dessas pessoas são profissionais da área, praticantes e parentes próximos.

A Equo & Terapia, nome dado a revista, vai ter 48 páginas em média e será mensal, com 11 editorias e um artigo sempre escrito por um especialista.

O grupo acredita que essa revista é um produto vendável por ser inédito no mercado de revistas, com isso elas acreditam que o publico possa vir a se interessar pelo assunto.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Equoterapia é promessa de melhora para a cura


Primeira publicação sobre método terapêutico vai ajudar a divulgar este tratamento natural


A maioria das pessoas nunca ouviu falar sobre equoterapia antes. Os neurologistas estão indicando esse tratamento para seus pacientes que apresenta avanços significativos.
É um método terapêutico que utiliza o cavalo como principal instrumento. É possível tratar as doenças como: paralisia cerebral, síndrome de down, estresse e depressão.
Segundo Caroline existem dois tipos de equoterapia, a militar que recebe ajuda de objetos como bolas e bambolês durante a terapia e existe também a européia, que é usado apenas o animal.

Como não há divulgação sobre o assunto em questão, Adriana Dias, Caroline Longue Terzi, Cláudia Cristina Paz da Silva, Elaine Boaventura e Luana Teodoro optaram por fazer a revista com esse tema .
O tratamento dessa terapia varia entre R$ 250,00 à R$ 300,00 o mês. Depois de uma pesquisa feita o público-alvo é A e B. E essas pessoas são profissionais da área, praticantes e familiares de praticantes.
A revista vai ter 48 páginas em média e será mensal. Segundo Cláudia, a revista pode fazer parceria com o anunciante Honda que mais adapta carros para deficientes e também um auto-escola no ABC paulista que habilita cadeirantes.


A Equo & Terapia tem 11 editorias e um artigo sempre escrito por um especialista.
Para a elaboração do trabalho o grupo visitou oito centros de equoterapia, dois ranchos e entrevistaram profissionais, pessoas que fazem a terapia e familiares.
“Existem movimentos no cavalo que são parecidos com o do ser humano e com isso o deficiente é estimulado a ativar o sistema central do cérebro” conta Cláudia.
O grupo acha que a revista por ser um produto inédito pode se tornar viável para mercado.

Fotojornalismo e Empresas


Por: Carolina Pontes




Aluna de quarto ano do Imes fala da importância da foto em jornalismo

Na última terça-feira (09), a estudante do quarto ano do curso de jornalismo, Carla Porrino, fez uma pré-apresentação da monografia do seu Trabalho de Conclusão de Curso no IMES.

O foco do trabalho é mostrar o como é escolhidas as fotos para publicações empresariais. Durante a apresentação Carla destaca que o uso das imagens nos jornais e revistas não é apenas para mera ilustração e sim para complementar aquilo que está escrito.

A estudante também discute a questão de algumas empresas não contratarem profissionais de fotografia para que a mão de obra não saia com custo elevado, já que para as empresas compensa mais colocar um estagiário ou outro funcionário para esta função.

Carla afirma que pretende continuar esse trabalho em seu mestrado, para que possa levar essa discussão a diante e para ampliar seu conhecimento nesse sentido.

A monografia será apresentada na próxima terça-feira, dia 16, no campus I da Universidade Imes, que fica na Avenida Goiás, 3400. O evento começa às 19h.

A Fé e a Juventude


Por: Carolina Pontes



Alunas do quarto ano de jornalismo abordam religiosidade na juventude.

Na última terça-feira (09), as alunas Daiana Rocha, Noemi Rocha, Priscila Bertucci e Priscila Bueno fizeram uma pré-apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso, cujo tema é “Jovem religioso por opção”.

O livro reportagem conta a história do jovem Rodrigo de 21 anos, que optou por seguir uma vida religiosa. O grupo revela que a escolha do tema se deu devido ao grande crescimento da religião. Segundo dados do IBGE existem 125 milhões de fiéis no país.

Durante a apresentação Noemi destaca que não queriam alguém que tivesse optado pela religião por algum motivo especifico como culpa, e sim alguém que seguiu esse caminho por vocação, por vontade própria.

A apresentação será no campus I da Universidade Imes, que fica na Avenida Goiás, 3400. O evento começa às 19h.

Novos, porém Religiosos!



Philipe kawakami


Como diz o ditado popular: 'Religião não se discute'. Cada pessoa tem sua religião ou crença, mas são com os jovens que este índice está crescendo.

Percebendo esses dados, o grupo de TCC do 4º ano de jornalismo da Universidade IMES, localizada na cidade de São Caetano do Sul (SP), criaram um livro reportagem abordando esta temática.

O grupo formado por Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha, focará em um jovem de 21 anos, cristão praticante e atuante, que optou por sua fé por si só.

O trabalho ainda pretende quebrar o mito de que religião não necessariamente quer dizer 'Prisão', ou seja, o jovem poderá realizar atividades juvenis normalmente, mas terá maior consciência.

Esta matéria será apresentada ainda neste mês na Universidade Imes.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Livro Reportagem mostra jovens religiosos

A religião está presente em nossas vidas mesmo que não notemos isso. O número de religiosos em diversas crenças aumenta a cada dia. Um grupo de alunas do 4º de Jornalismo da Universidade IMES de São Caetano do Sul, produziu como trabalho de conclusão de curso um livro-reportágem que possui características de jornalismo literário com o tema “Jovens religiosos por opção”.


O livro conta à história de um jovem religioso que optou pelo protestantismo como religião e se absteve de tudo que fazia e acreditava por conta de sua crença. O garoto de apenas 21 anos, fala sobre como foi a escolha da religião, comportamento, relações familiares, amorosas e sociais, namoro, sexualidade e drogras.

Uma outra questão abordada no projeto é o consumo compulsivo adotado por religiosos que cresce a cada dia. Um exemplo disso é o meracado gospel que gera $150 milhões de reais por ano e hoje já possui mais de 120 gravadoras e segundo o IBGE rendeu mais de um milhão de empregos diretos e indiretos no país. A publicação é destinada ao todo o público jovem e interessados em geral.

O grupo formado por Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha fará a apresentação para a banca examinadora no mês de outubro no afiteatro da Universidade IMES.

Marcus Oliveira

Fotojornalismo Empresarial como tema de discussão

Jovem estudante propõe com trabalho de conclusão um debate sobre fotografia empresarial



Muitas vezes não percebemos que por trás de uma simples fotografia existem diversos aspectos que fazem com que ela atinja um objetivo. A estudante do 4º ano de Jornalismo da Universidade IMES, Carla Porrino, realizou seu trabalho de conclusão de curso, onde optou por fazer uma monografia, com o tema “Fotojornalismo nas publicações empresariais”.

Carla Porrino entrevistou três fontes, sendo especialistas na área empresarial, na área corporativa e fotógrafos que preferiram não se identificar. O projeto tem como objetivo a discussão da importância da imagem em um jornal empresarial. A estudante fez questão de explicar que não abordou a questão da qualidade dos materiais fotográficos, até poque como ela mesmo afirma “Para se julgar uma foto é necessário possuir um embasamento para isso”.

Outro ponto polêmico do projeto é a discussão do trabalho do fotógrafo em empresas. Com o fácil acesso às maquinas fotograficas digitais, cada vez mais os profissionais de fotografia vem perdendo espaço em grandes empresas que deixam na responsabilidade de outros funcionários o conteúdo fotográfico de jornais internos e murais destinados aos funcionários e colaboradores. E assim surge uma questão a ser debatida por Carla, isso faz com que os conteúdos editoriais percam qualidade?

Essa e outras perguntas serão respondidas na apresentação de seu trabalho de conclusão de curso que ocorre no dia 16 de outubro na Universidade IMES, diante da banca examinadora que irá avaliar seu projeto.

Marcus Oliveira

Religião ou não?

Opção religiosa é tema de livro reportagem


Atualmente, podemos notar um crescimento incomparável de pessoas religiosas. Segundo pesquisa feita pelo grupo de conclusão de curso, das alunas de jornalismo, o mercado gospel foi quem mais lucrou no último ano, e gerou mais de um milhão de empregos no ramo fonográfico. E foi a partir daí que surgiu o tema para o livro reportagem: Jovens religiosos por opção.

Com um público alvo bem definido o grupo buscou entre os jovens aqueles que, por sentirem a necessidade de impor limites e regras às suas vidas buscaram como refúgio a religião, que não necessariamente é mesma que os pais e familiares são devotos. Para provar que a fé pode mudar toda uma vida, foi escolhido um personagem, Rodrigo de 21 anos, para contar sua história e a partir dos temas surgidos em sua trajetória novos temas e discussões são abertos como: comportamento ou relacionamento (namoro, sexo, drogas). “Como um jovem como eu, pode largar tudo e de repente decidir parar de fazer tudo que fazia, não pode ir em balada, tem religião que não permite nem ver televisão!”, comenta Priscila.

A linguagem escolhida para o livro foi a literária, apesar do mais comum e imparcial serem os depoimentos: “Achamos que seria mais fácil e mais gostoso a linguagem literária, mas acabou sendo o mais difícil, por não poder transparecer nenhum preconceito ou opinião sobre alguma religião!” explica Noemi Rocha.

O livro será lançado na Universidade IMES.
Cláudia Cristina Paz da Silva

Religiosos por opção

O mundo evangélico atrai cada vez mais fiéis no Brasil

Com base nos dados divulgados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de que em nosso país 125 milhões de fiéis são evangélicos e que o mercado religioso cresce cada vez mais com uma movimentação de R$ 500 milhões, alunas do quarto ano de jornalismo da Universidade IMES, em São Caetano do Sul, investiram na idéia de desenvolver um livro reportagem que trouxesse em linguagem literária essa questão polêmica.

Temas como relacionamento amoroso, familiar, comportamento, sexualidade, drogas e consumismo fazem parte dos assuntos tratados no livro reportagem: “O público jovem foi o escolhido para tratar dessa discussão pelo fato de participarem de todos os movimentos na Igreja. Atualmente muitos jovens querem buscar outras coisas, coisas novas, e sempre querem mudar”, explica Priscila Bueno uma das idealizadoras do trabalho.

O personagem escolhido pelas quatro estudantes que estruturaram o livro reportagem sobre os jovens religiosos é Rodrigo, 21 anos. “Fizemos várias entrevistas e pesquisas, e procurávamos alguém que não usasse a escolha da religião como fuga, e o Rodrigo realmente escolheu viver isso”, conta Noemi Rocha também idealizadora do trabalho.

O grupo relatou que o jovem escolhido por elas, teve grande dificuldade para deixar de falar palavrão, teve que passar a barreira de ter escolhido uma religião diferente da adotada por sua família, e quando começou a namorar, ficou um ano e meio sem tocar a namorada: “O primeiro contato físico que eles tiveram foi quando o irmão do Rodrigo morreu e ela o abraçou. Deve ser difícil essa situação entre tantas outras que ele passou porque geralmente os filhos seguem a religião dos pais, e no caso dele, ele mudou e se deparou com uma realidade totalmente diferente. De repente não se pode mais ir à alguns lugares, não se assiste mais TV, vai somente para baladas Gospel e a vida dele passa a ser só isso”, relata Noemi.

O intuito do trabalho é que a partir da história de vida deste jovem, sejam inseridos dados estatísticos e números que revelem a crescente em diversos aspectos do universo Evangélico. O grupo relata que a principal dificuldade enfrentada por elas foi a tão exigida no mundo do jornalismo, a imparcialidade. Por conta disso, as estudantes que escreveram todo o conteúdo do trabalho juntas, afirmam que o leitor irá tirar as próprias conclusões sobre o tema.

Caroline Longue Terzi

Foto e texto, carne e unha???

Estudante de jornalismo levanta a discussão sobre a relevância da fotografia em publicações empresariais
Na última terça-feira (09), a estudante do quarto ano do curso de jornalismo, Carla Porrino, apresentou uma prévia da monografia que é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso que desenvolveu na Universidade IMES em São Caetano do Sul.
O foco do trabalho é definir qual o critério usado para fotos em publicações empresariais. A estudante fez questão de ressaltar que não realizou uma análise quanto à qualidade técnica da foto, e sim se há uma preocupação com a conexão da foto e o texto divulgado.
Para o desenvolvimento do trabalho, Carla Porrino contou com a participação e embasamento técnico de três profissionais envolvidos no assunto: uma coordenadora de comunicação interna de uma grande indústria automobilística, um fotógrafo e uma especialista em comunicação empresarial.
A estudante afirma que a foto vem para informar e complementar o texto, mas durante a pesquisa que realizou, pôde perceber algumas contradições: “Há revistas que se dizem de comunicação interna, mas a maioria dos trabalhadores da empresa não se vêem nelas. Sempre há fotos de gringos, que não coincidem com a realidade de alguns trabalhadores”. Carla relata que demonstrou interesse em desvendar no trabalho as formas que eram tratadas o fato de registrar determinado evento: “O meu intuito era saber se havia a contratação de um fotógrafo, ou se as empresas simplesmente mandavam um estagiário ou outro funcionário fotografar o evento. E se essa foto foi produzida ou recuperada dos arquivos da empresa”.

Na produção do trabalho, Carla constatou que a contratação de um fotógrafo especializado está orçada em 5% dos gastos da empresa. Essa realidade, de acordo com a estudante, pode muitas vezes prejudicar a qualidade de um serviço, tornando assim a fotografia um sub-produto de comunicação. “A empresa que eu pesquisei, revela que é muito mais simples investir numa máquina digital meia boca e um funcionário registrar o momento, a contratar um profissional”.

De acordo com a estudante, fica fácil definir os momentos específicos a serem registrados: o recebimento de um troféu, um aperto de mão sinalizando um acordo, são os mais comuns. Mas essa situação gera polêmica quando o assunto é a profissão de fotógrafo. Carla Porrino relata que a renda dos fotógrafos vem a partir das fotografias, e com o surgimento das máquinas digitais, boa parte do mercado que era de exclusividade desses profissionais acabou perdendo espaço. A solução para a categoria é então recorrer à venda dessas fotos quando há possibilidade e recorrer ao banco de imagens.

A estudante explica o que a produção e o tema que ela desenvolveu para a monografia representam: “Esse trabalho de graduação serve para mim como um crescimento meu. Eu encaro esse trabalho com 50% de saldo positivo mesmo recebendo elogios de quem tem acesso a ele. Cabe verificar se há preocupação com o conteúdo, Todo mundo se preocupa com a foto, mas não se dedica atenção ao fotógrafo ou funcionário que fotografa”.

Carla finaliza com a declaração de que enquanto o gestor da empresa não se dedicar e perceber a importância do casamento da foto e o que ela representa para o texto, essa realidade vai continuar com o mesmo panorama.
Caroline Longue Terzi

segunda-feira, 15 de outubro de 2007



Fotos: Perfis Empresariais

Planejamento de Fotojornalismo nas Publicações Empresariais é o tema da Monografia feita pela aluna do 4º ano de jornalismo Carla Porrino.

O tema aborda o porque das fotografias serem consideradas um subproduto das Publicações Empresariais, o porque da não contratação de fotógrafos que são especialistas no ramo e o porque do aproveitamento de funcionários para tirarem as fotos, tudo isso para abaixar o custo?

Porque a máquina digital contribuiu ou prejudicou esse segmento? São perguntas constantemente feitas e que agora podem ter suas respostas através deste trabalho.

“Acredito que o trabalho supriu 50% de minhas expectativas”, essas são palavras da aluna Carla Porrino dizendo que apesar dos alunos terem gostado do trabalho poderia ter sido melhor.

Foram feitas três entrevistas; um fotógrafo, um intermediador (fornecedor) e um especialista em comunicação empresarial para que o tema abordado ficasse mais claro possível e de fácil entendimento para público.

O lançamento vai ocorrer no próximo dia 11 de outubro às 18:30 hs na Universidade Imes de São Caetano do Sul.



Edson Fonseca

Fotos e fatos


Fotojornalismo é tema de monografia de conclusão de curso

A fotografia está presente em muitos momentos da vida das pessoas, em viagens, festas, trabalhos, enfim, para imortalizar alguns momentos. Mas a sua importância pode ser maior,

através do fotojornalismo é possível transmitir e complementar informações, e muitas vezes até mesmo por meio da linguagem fotográfica substituir a linguagem verbal.

Na última terça-feira, 9 de outubro, a estudante do 4º ano de Jornalismo da Universidade Imes Carla Porrino apresentou uma prévia de sua monografia de conclusão de curso, o trabalho intitulado “Planejamento de Fotojornalismo nas Relações Empresariais” irá abordar fotojornalismo empresarial.

O objetivo segundo Carla é promover uma discussão sobre a falta de fotos jornalísticas no setor empresarial e como são utilizados bancos de imagens, ela fala também que as empresas não costumam contratar fotógrafos, pois preferem utilizar os serviços de estagiários.

A monografia vai discutir também a conexão entre foto e texto e para isso conta com três depoentes.

O lançamento está programado para outubro na própria universidade, para mais informações ligue 4239-3200.

Por Ana Carla Molina

Em busca da fé

Livro reportagem conta a história de jovem que leva a vida dentro da igreja

Na última terça-feira, 9 de outubro, as alunas de Jornalismo do 4º ano da Universidade Imes apresentaram o pré-lançamento de seu Trabalho de Conclusão de Curso, um livro reportagem chamado “Jovem religioso por opção”.

As idealizadoras do trabalho, Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha, relatam que o livro contará a história de Rodrigo, um jovem de 21 anos que faz parte da geração que tem a fé como uma questão de escolha pessoal.

Segundo Priscila Bueno o aumento de jovens que aderem à religião aumenta gradativamente “Pesquisas feitas pelo IBGE mostram que o crescimento, a busca da fé cresceu muito no último século”.

A obra é voltada para o público jovem e interessados, na faixa de 17 a 24 anos e irá abordar também comportamento, família, escolha da religião, drogas e sexo.

O lançamento da publicação está programado para o final de outubro na própria universidade, para mais informações ligue 4239-3200.

Por Ana Carla Molina

A religiosidade entre os jovens



O grupo do 4° ano de Jornalismo, que apresentou o tema “Jovem religioso por opção”, foi focado pelas alunas Noemi e Priscila, onde elas contaram a história real de um garoto de vinte e um anos de idade falando sobre a sua experiência com a fé e sua crença em Deus.

Tendo esse fanatismo pela igreja e muita fé, ele se dedica ao máximo quando se trata em juntar-se a Deus e a palavra divina. O livro reportagem trata do assunto religiosidade impulsionando a publicação aos jovens que fazem suas escolhas, também indo às igrejas. Uma igreja bem vista pelos jovens é a Bola de Neve, onde cerca de 200 jovens freqüentam todo fim de semana. Temas como sexo, drogas que consiste em um preconceito pelas religiões e pela sociedade,também é abordado. As alunas citaram também a história do garoto que casou virgem, esperou a garota certa que também era virgem , ambos com vinte anos de idade.

DANIELE GARBIN N°69

Jovens e o seu novo ritmo de vida





Na última terça-feira foi apresentada à coletiva de imprensa do livro reportagem “Jovem Religioso por opção”. Como todo tema relacionado à religião cria polêmica, esse não é diferente, porém o trabalho foi feito baseado em um nome, Rodrigo jovem de 21 anos que tem na religião o seu alicerce, foi uma opção de vida feita por ele.

Vários assuntos são abordados neste livro reportagem :

- a escolha religiosa
- Comportamento
- Relacionamento familiar
- Namoro
- Sexualidade
- Drogas
- Convívio

O grupo composto por Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha tentam passar para o público, baseado em pesquisas e depoimentos o porque do crescimento deste movimento no século, os preconceitos existentes dentro e fora da religião seja ela qual for e porque os jovens são os maiores adeptos para seguir determinada doutrina, não deixando de viver o mundo lá fora.

O lançamento vai ocorrer no mês de outubro na Universidade Imês de São Caetano do Sul.










Edson Fonseca

Fotojornalismo dentro das empresas



A monografia da aluna do 4°ano de Jornalismo Carla Porrino, foi importante porque focou bastante nas empresas que publicam fotos jornalísticas em suas propagandas ou matérias. Elas relacionam cada foto com determinada situação. Ela citou que para chegarmos as grandes editoriais, aos grandes profissionais temos que relacionar nossas perguntas, não deixando vazar para ninguém, sua entrevista.

Colocou em questão as grandes empresas de ramo jornalístico, focando também uma das grandes assessoras,Nelsa Ribas.

A monografia abordou um tema interessante e de pouca procura pelos formandos,pois é um tema difícil, onde todas as informações são restritas.

DANIELE GARBIN N° 69

Escolha pela religião

Estudantes do último ano do curso de Jornalismo fazem livro reportagem "Jovem religioso por opção" para apresentação em TCC

O grupo formado por Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha, mostra neste livro a história de um jovem, de 21 anos, que segundo o grupo, faz parte de uma geração que tem a fé como escolha individual e sem interferência de outras pessoas.

Neste trabalho, as estudantes pretendem mostrar o aumento do número de jovens que seguem alguma religião sem deixar de viver o mundo moderno, jovens estes, que praticam os exercícios de fé por opção. "Procuramos um jovem que não quis usar a religião como fuga", explica Noemi Rocha.

De acordo com as autoras, temas delicados, como drogas e sexo terá espaço de forma informativa e em nenhum momento tentarão influenciar os leitores.

O público alvo deste livro são jovens entre 17 a 24 anos interessados sobre histórias de pessoas que escolheram viver uma vida regrada impulsionados apenas pela fé. O trabalho será apresentado na terceira semana de outubro, na Universidade Imes.

Rafael Akiyama

No caminho da igreja...


Caio Bruno


Em nossas andanças pela cidade vemos gente de todo tipo: Mendigos, executivos, vendedores disputando clientes quase que a tapa e pessoas dispostas a convertê-lo a sua religião, na maioria dos casos, protestantes. Essa prática parece dar certo, já que o número de praticantes dessa religião cresce vertiginosamente (assim como os templos das igrejas).

Sob os argumentos de que os evangélicos somam 15% da população brasileira e que esta é a religião que mais cresce no país, as alunas Daiana Rocha, Noemi Rocha, Priscila Bertucci e Priscila Bueno decidiram fazer um livro reportagem mostrando a rotina de um jovem totalmente integrado aos dogmas da igreja. Com características de jornalismo literário, o projeto tem como protagonista Rodrigo, um jovem pertencente a uma igreja evangélica em ascensão. Seu dia-a-dia, seus sonhos, projetos e opiniões sobre temas polêmicos como: Aborto, virgindade etc ; serão expostos e analisados.

O livro, que teve pré-apresentação na terça-feira, 9 de outubro, será apresentado em data a definir na Universidade IMES.

A imagem vale mais do que mil palavras?



Caio Bruno


A comunicação empresarial muitas vezes é ineficiente, feita seguindo modelos ultrapassados e produzida apenas por uma obrigação mercadológica. Neste cenário como fica a importância da fotografia no jornalismo empresarial?

Carla Porrino pretende jogar luz à essa questão com sua monografia de conclusão de curso. Apresentada na terça-feira, 9, na sala do 4º ano, a tese contou com depoimentos de três profissionais qualificados da área de comunicação empresarial e colocou em discussão o bom uso da fotografia, das informações e dos profissionais em publicações empresariais.

A monografia foi apresentada em banca, na quinta-feira,11, na sala do 4º ano. A banca composta pelos professores Gino Giacomini Filho(orientador) e Roberto Araújo, contou também com a profissional Andrea Couto e elogiou o trabalho da aluna salientando a importância de 'sacudir' a comunicação empresarial.

domingo, 14 de outubro de 2007

Fotojornalismo é tema de trabalho de conclusão de curso


Por Deborah Silva


Na última terça-feira, a aluna Carla Porrino do 4º ano do curso de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul promoveu a apresentação da monografia que aborda a questão do fotojornalismo empresarial. O trabalho é resultado da tese de conclusão de curso.


O texto intitulado “Planejamento de Fotojornalismo nas Relações Empresariais” discute a falta de fotos jornalísticas nos setores de comunicação das empresas, como a organização enxerga a contratação de um fotógrafo e como é utilizado o banco de imagens.


A monografia conta com três depoentes e discute a conexão entre foto e texto. “Nas publicações da instituição como jornais, revistas, folhetos e folders a imagem é utilizada não somente para ilustrar e sim para complementar o assunto abordado nos textos”, afirma Carla Porrino.


A idealizadora do projeto também discute a questão das empresas não contratarem profissionais na área de fotografia e destinarem esse trabalho aos funcionários e estagiários, pois a mão de obra acaba saindo muito mais barata.

Seguidores da fé crescem a cada dia


Por: Deborah Silva


“Jovem religioso por opção” é o título do livro reportagem que faz parte do trabalho de conclusão de curso das alunas do quarto ano de Jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul. O pré-lançamento aconteceu na ultima terça-feira, dia 9 de outubro.


A obra conta a história do jovem Rodrigo de 21 anos, que optou por seguir uma vida religiosa. O grupo formado pelas estudantes Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha revela que a escolha do tema se deu devido ao crescimento notório da religião. Segundo dados do IBGE existem 125 milhões de fiéis no país. Os evangélicos contam com 470 emissoras de rádio e várias emissoras de tv.


A publicação aborda temas como escolha da religião, comportamento, família, namoro, sexualidade, drogas, consumo, entre outros. O público alvo são jovens de 17 a 24 anos.
A linguagem utilizada pelo grupo é o jornalismo literário. Priscila Bueno afirma que, “o trabalho serviu para matar uma curiosidade na compreensão de como vive uma pessoa tão nova voltada à religião”.

Ao encontro do céu


As igrejas tem crescido em todo país graça a força dos adolescentes que movem esta indústria pela fé.

Por: Eduardo Chaves

A polemica sobre o assunto religião não assustou as alunas da Universidade Municipal de São Caetano do Sul Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha ao desenvolverem um livro reportagem sobre os jovens que buscam a igreja por opção.

A relevância do tema fica por conta de uma pesquisa realizada pelas alunas sobre o crescimento deste movimento em nosso século, segundo o IBGE o Brasil é o país com a maior diversidade de religiões do mundo.

A opção de livro reportagem sugere que exista um fio condutor que irá amarrar as histórias e conduzirá o leitor aos caminhos discutidos pelo grupo. Um jovem de vinte e um anos que faz parte da geração que tem a fé como uma questão de escolha pessoal é o protagonista deste drama real. Junto a este relato, outros depoimentos serviram como cenário para contextualizar a ação.

Os assuntos como o uso de drogas e sexo dá ao leitor apenas a possibilidade de enxergarem como as diferentes religiões tratam sobre o tema, mas não existe a idéia de influenciar a leitura. O trabalho tende apenas a informação, Priscila Bueno afirma que criar um trabalho sem o viés do preconceito foi um dos grandes desafios do grupo: “todos nós temos uma bagagem de experiência própria, quando se deparamos com algo diferente a primeira coisa que acontece é o estranhamento e não queremos dar ao livro um aspecto tendencioso”, relata.

Segundo Noemi Rocha o grupo teve que estudar um pouco sobre todas as religiões para entender os paradigmas e doutrinas de cada uma. “Foi um trabalho difícil, no início não imaginamos que o assunto pudesse ter tantas opiniões diferentes. Ao mesmo tempo nos víamos neste trabalho uma possibilidade de discussão entre o nosso público alvo que são pessoas de 17 a 24 anos”, explica.

Quando questionadas sobre o andamento do trabalho elas afirmam: “estamos nos acertos finais, o trabalho é longo e exigiu muito de todas nós”.

Entre textos e fotos


A fotografia ainda é um recurso esquecido pelas empresas que pretendem atrair novos clientes e cultivar funcionários

Por: Eduardo Chaves

No último dia 2 de outubro, a aluna de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul Carla Porrino, apresentou em uma coletiva de imprensa a prévia de sua monografia, como resultado do trabalho de conclusão de curso.

A estudante encarou o desafio de investigar quais são os critérios de opção na seleção das fotos nos produtos da empresa, como jornais institucionais, sites, folders, cartazes etc. A dissertação recebe o título de: “Planejamento de Fotojornalismo nas Relações Empresariais” e conta com o depoimento de três entrevistados, sendo eles: uma fornecedora de produtos automobilísticos, um fotógrafo profissional, e também a gerente de comunicação da Volkswagen do Brasil.

Estes relatos permearam a construção do trabalho durante o último ano de faculdade de Porrino, que além de trabalhar na área de comunicação empresarial, sentia grande dificuldade de entender a real necessidade do diálogo entre a fotografia e o texto na reportagem. “Esta monografia não pretende analisar tecnicamente a qualidade das fotos, mas sim entender, qual a discussão da fotografia na mídia interna ou externa da empresa”, afirma a jornalista.

O resultado da pesquisa aponta que os bancos de imagens distribuídos gratuitamente na internet ainda é a principal fonte acolhida pelas empresas na hora da produção de seu material gráfico. “Em uma das entrevistas descobri que, para eliminar custos, os estagiários fazem as fotos que ilustraram as páginas por exemplo de uma revista institucional da empresa, eliminando assim o custo de se contratar um profissional” relata Carla, que acrescenta: “É óbvio que o estudante não tem ainda a mesma experiência de um grande fotógrafo, por isso, as vezes o registro da imagem não sai como o discutido na pauta, então, neste caso é hora de recorrer aos bancos de imagens”.

A aluna pretende continuar este trabalho em seu mestrado, pois vê a necessidade de criar uma discussão sobre o tema de forma mais vertical, contando com análises e dados que ilustrem o trabalho.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A opção pela fé

Livro-reportagem reacende polêmica sobre limites da influência da religião e conta a vida de rapaz que lutou contra preconceitos para seguir sua crença

A discussão sobre o papel da religião na juventude sempre existiu, mas há momentos na história em que o debate se acirra. Como há seis anos, quando dois aviões bateram nas torres do World Trade Center, em Nova York.

Os seqüestrados que jogaram as aeronaves contra os prédios eram jovens, cegos pelo fanatismo religioso. É a mesma mentalidade dos jovens que amarram explosivos na cintura para se tornarem homens-bomba. Casos como esses são sempre citados como argumento contra qualquer tipo de religião.

Mas há um outro lado: jovens que escolheram seguir uma religião por opção, sem fanatismos. São esses jovens que um grupo de alunas da Universidade Imes pretende mostrar através de Trabalho de Conclusão de Curso. A pesquisa foi apresentada a alunod do IMES na última terça-feira.

O livro-reportagem é baseado em Rodrigo, evangélico de 21 anos. A história do jovem serve para ilustrar temas como preconceito e sexualidade. As alunas tiveram a idéia de realizar o trabalho, com base em dados do IBGE, que apontaram um grande crescimento no número de jovens evangélicos no Brasil.

O grupo é formado por Priscila Bertucci, Priscila Bueno, Daiana Rocha e Noemi Rocha.

A imagem esquecida

Trabalho universitário revela que comunicação empresarial ainda relega uso de fotografias ao segundo plano

Quem já teve a oportunidade de pesquisar arquivos de jornais antigos deve ter reparado em uma característica comum aos periódicos daquela época: Praticamente não existiam fotos, os textos eram pesados, e a diagramação, definitivamente, não facilitava a leitura.

O tempo passou, o jornalismo evoluiu, e a diagramação e a fotografia passaram a ter um papel essencial nas matérias.

Porém, um tipo de jornalismo parece não ter evoluído no mesmo ritmo, pelo menos em alguns pontos: a comunicação empresarial. Os textos melhoraram, mas as fotos muitas vezes ainda são tratadas como meros acessórios.

É o que revela um Trabalho de Conclusão de Curso realizado por Carla Porrino, aluna do 4º ano de jornalismo da Universidade IMES.

Uma prévia do trabalho foi apresentada na última terça-feira no campus I da universidade. Um fotógrafo, um especialista em comunicação empresarial e um fornecedor foram entrevistados.

A pesquisa de Carla Porrino revelou, que apesar de ter cada vez mais um papel importante na comunicação empresarial, o trabalho fotográfico não é plenamente reconhecido. O poder que a foto tem de informar (e não só ilustrar) é subestimada.

A monografia será apresentada na próxima terça-feira, dia 16, no campus I da Universidade Imes, que fica na Avenida Goiás, 3400. O evento começa às 19h.