sábado, 29 de setembro de 2007

Grupo de TCC apresenta revista inspirada na antiga Realidade

Na última terça-feira, 25, grupo de TCC da Universidade Imes mostrou a avant première da revista que será lançada na última semana de outubro na própria universidade.

O grupo chamado Editora Retratos é formado por estudantes do último ano de jornalismo da Universidade Imes: Caio Bruno, Carla Quintino, João R. Braziliense, Marcus Oliveira, Philipe Kawakami, Renata Cataruzzi, Rodolpho Salles e Silvia Dalpicolo, que lançarão a Revista Retratos e prometem inovar com uma receita antiga de fazer matéria, o estilo literário.

A Retrato promete se diferenciar das tantas outras publicações existentes pelas pesquisas bem apuradas e segundo os estudantes, a revista não influenciará o leitor, que tirará as próprias conclusões.

Não diferente dos outros grupos, o Retratos teve diversas dificuldades que foram passadas com bastante trabalho e muitas vezes, momentos de tensão que hoje eles se divertem ao relatar: "Fomos entrevistar um michê... O primeiro quis cobrar, outro quis algo mais conosco. Não quizemos, é lógico, e entrevistamos outro...", relembra o estudante Marcus Oliveira.

Estas e muitas outras histórias rechearão as mais de cem páginas da Revistas Retratos que será lançacada na última semana de outubro na Universidade Imes.
Rafael Akiyama, nº 30

Revista sob um novo olhar

Matérias aprofundadas fazem de Retratos uma nova opção de leitura

Retratos. Esse é o nome dado pelos alunos do 4º ano da Universidade Imes para seu projeto experimental, que consiste em uma revista. Na terça 25, em coletiva na própria Universidade, o grupo mostrou uma sinopse da Revista Retratos, que conta com doze matérias, alem de crônica, perfil e ensaio fotográfico.

A proposta dos idealizadores é trazer para o leitor, que já está acostumado a ler notícias cada vez mais rápidas e abordadas de forma superficial devido ao furo jornalístico, uma nova opção de leitura. A revista possui como característica de publicação o jornalismo literário, que envolve o leitor na reportagem e o gonzo jornalismo, que é o texto onde o escritor vivencia os fatos e apresenta seu ponto de vista.

O grupo formado por Caio Bruno, Carla Quintino, João Rodrigo Brasiliense, Marcus Oliveira, Philipe Kawakami, Renata Cataruzzi, Rodolpho Salles e Silvia Dalpicolo foi questionado sobre a escolha de pauta e disse que todos trouxeram levantamentos de assuntos distintos. A seleção de pauta resultou em matérias que estão divididas em mitologia, religião, circo, pirataria entre outros.

De uma maneira detalhada e aprofundada, que também é o grande diferencial da revista, Retratos traz como capa a rotina dos garotos de programa. Além disso, uma das reportagens também mostra o incomum, é o caso da matéria sobre necromaquiadores, que relata a história de profissionais que maquiam mortos para o funeral.

A Revista Retratos que é o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) do grupo, será lançada em outubro e conta também com fotos de grande destaque que tem como finalidade ajudar o leitor a compreender a matéria e fazer com esta não seja cansativa.

Danielle Busatto
Jornalismo literário, ou new journalism. Baseados nesses conceitos o grupo formado pelos alunos Caio, Carla, João Rodrigo, Philipe, Marcus, Rodolpho, Renata e Silvia, decidiu inovar e produzir uma revista diferente, com conteúdo aprofundado, criterioso.

Assim surgiu a revista “Retratos”, que teve seu pré-lançamento na 3ª feira, dia 25/09 durante uma coletiva de imprensa com os alunos do 4º ano do curso de jornalismo.

Seguindo os mesmo passos da pioneira Realidade, a nova publicação pretende retomar o lado literário do jornalismo, proporcionando ao leitor a compreensão de determinado assunto de forma mais completa, mostrando o lado humano dos fatos. Tarefa difícil, segundo Caio Bruno, que explica: “Não é fácil fazer esse tipo de matérias. São textos longos, horas de entrevistas para transcrever e transformar numa reportagem de qualidade”.

Entretanto o grupo se empenhou em fazer um trabalho bem feito. E surtiu efeito. Com mais de 100 páginas, dez matérias, um ensaio fotográfico, um perfil e uma crônica, a 1ª Edição da Revista Retratos conta com uma diagramação bem moderna, fotos expressivas e textos de qualidade.

O resultado poderá ser conferido a partir da segunda quinzena de outubro, quando a revista Retratos terá seu lançamento oficial no auditório da Universidade IMES de São Caetano do Sul, para todos os cursos de comunicação social.

Priscilla Marques

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Na Realidade da “Revista Retratos”

Uma forma de homenagem a um estilo pouco utilizado nas publicações de hoje, isto é a
Revista Retratos que no ultimo dia 25/9 na Universidade Imes fez uma coletiva de imprensa para seu pré-lançamento.

Nesse trabalho de TCC o grupo teve por base a revista Realidade, da qual os integrantes tiveram que absorver ao máximo todos os pormenores para execução desta tarefa. O seu estilo próprio traz como que um complemento para leituras diárias, sendo que talvez o único pormenor para sua vendagem seja o quanto não gostamos de ler. Conforme pesquisa da Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) o brasileiro lê em média duas revistas por ano.

O Grupo criou a Revista Retratos com 13 editoriais sendo 10 matérias, um ensaio
(Construções Antigas deterioradas), um perfil (Paulo Machado de Carvalho Filho)
e uma crônica feita para que o leitor durante o folhear das páginas de notícias possa ter um momento de reflexão, “Para quebrar um pouco o gelo” conforme disse o líder do grupo, Caio Bruno. Dentre as várias notícias da revista vale lembrar a reportagem feita com os garotos de programa ou michês como são conhecidos. A rotina,o seu dia a dia, seus relacionamentos, a forma que encaram a vida, enfim isso é apenas um aperitivo para o grande lançamento que se fará no mês de outubro.

O grupo composto por Caio Bruno, Carla Quintino, João Rodrigo Brasiliense, Marcus
Oliveira, Philipe Kawakami, Renata Cattaruzzi, Rodolpho Salles e Sílvia Dalpicolo, fez sua pré-estréia criando muita expectativa no público presente, quem sabe tenhamos ai um produto que pode vir a emplacar no mercado.


Edson Fonseca

O surgimento de uma nova revista

Estudantes homenageiam o jornalismo literário criando revista semelhante à Realidade

Apaixonados por jornalismo impresso e amantes do Jornalismo Literário, desenvolvem projeto semelhante à revista Realidade.

“O grupo escolheu fazer um trabalho na mídia impressa, porque todo mundo do grupo se identifica com essa mídia”, afirma o integrante Marcus Vinícius.

O grupo que esta realizando esse trabalho é composto pelos alunos Caio Bruno, Marcus Vinícius, Rodolpho Salles, João Rodrigo Brasiliense, Philipe Kawakami, Renata Cattaruzzi, Silvia Dalpicolo e Carla Quintino.

O grupo teve dificuldades em escolher quais pautas iriam fazer parte dessa edição, tanto que 3 pautas caíram, mesmo o grupo lutando para mantê-las.

A revista criada foi inspirada na revista Realidade e tem o nome de Retratos. Ela tem 106 páginas, é dividida em 13 editorias não fixas, tem 10 matérias, uma crônica, um perfil com Paulo Machado de Carvalho filho e um ensaio fotográfico no centro velho de São Paulo.

As matérias são voltadas para o lado humano e as fotos são explicativas. De acordo com Caio Bruno, 70% das fotos foram feitas pelo grupo com a máquina da Universidade e 30% são fotos de divulgação, pois os entrevistados eram de outros estados.

Um dos objetivos do grupo é escrever as matérias de acordo com o jornalismo literário, essa foi a forma que os estudantes acharam para homenagear esse estilo que está esquecido nos dias de hoje. Existem poucas revistas que seguem esse formato.

A revista finalizada será apresentada na Universidade IMES no campus I em São Caetano do Sul.

Cláudia Cristina Paz da Silva

Retratos de uma revista

Grupo desenvolve projeto inovador e ousado
Com um projeto inovador e ousado, o grupo formado pelos alunos, Caio Bruno, Marcus Vinícius, Rodolpho Salles, João Rodrigo Brasiliense, Philipe Kawakami, Renata Cattaruzzi, Silvia Dalpicolo e Carla Quintino, desenvolveu uma revista inspirada na revista Realidade.

A revista chama-se Retratos e é composta de 13 editorias, com 10 matérias, um ensaio fotográfico, um perfil e uma crônica. As editorias não são fixas e varia de acordo com cada edição.

Outras características da revista é que o público-alvo são as classes A e B, tem periodicidade mensal, é composta de 106 páginas e é feita com o jornalismo literário. Um dos idealizadores, Marcus Vinícius, explica como são as matérias: “As matérias são voltadas para o lado humano e as fotos são explicativas”.

A proposta inicial era fazer um periódico igual à Realidade, mas depois da pré-banca, o grupo aceitou os conselhos dados pelos professores avaliadores e trocou o nome, mas continuou com o projeto semelhante à antiga revista.

Quando questionados sobre as dificuldades enfrentadas, os jovens contam que selecionar as pautas que iriam compor a matéria, as entrevistas com as fontes que moram em outros estados, conciliar a agenda dos integrantes com o TCC e fazer a diagramação foi a parte mais complicada.

Sobre a diagramação, os integrantes relatam que fizeram tudo sozinho e encontraram dificuldades, pois ninguém tinha domínio dos programas utilizados. Segundo o integrante Caio Bruno a diagramação foi na “raça”.

O lançamento da revista será no mês de outubro na Universidade IMES em São Caetano do Sul.
Luana Teodoro

Retratos da realidade

Revista idealizada por estudantes de jornalismo traz o texto literário como nova opção de leitura

por Rafael Lopes

Alunos do quarto ano de Jornalismo do Imes (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) apresentaram a última terça-feira, dia 25, uma nova proposta de revista como projeto de conclusão de curso. A revista “Retratos” tem como inspiração a revista Realidade, que foi um marco do jornalismo brasileiro, e traz como principais atrativos estilos jornalísticos pouco usados atualmente, o jornalismo literário e o gonzo jornalismo. Tornando os textos mais envolventes e com uma pesquisa aprofundada.
A proposta despertou o interesse das pessoas que assistiam à apresentação e não faltaram perguntas aos idealizadores da revista. Também não faltaram histórias interessantes sobre o processo de produção das matérias. Um exemplo foi o caso da integrante do grupo Carla Quintino, que passou o dia em um necrotério para escrever uma matéria sobre necromaquiagem, que é a atividade de maquiar pessoas mortas para esconder cicatrizes, limpar a pele, etc. Outra história curiosa, que inclusive é matéria de capa da revista, foi sobre a rotina dos garotos de programa, onde dois integrantes do grupo visitaram o apartamento de um “michê”, termo pelo qual são conhecidos estes profissionais.
A revista Retratos tem ao todo 106 páginas, e os idealizadores pretendem distribuí-la como uma publicação mensal. Para os interessados em ver o resultado final do projeto, o lançamento da revista está previsto para o mês de outubro, e será realizado no anfiteatro da universidade Imes.

Um desafio jovem


Publicação ultrapassa os muros da universidade e promete colher bons resultados


Por: Eduardo Chaves

Na última terça-feira, oito alunos do curso de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – IMES apresentaram em uma coletiva de imprensa o desafio de criar uma publicação aos moldes editoriais da antiga Revista Realidade.

O grupo composto pelos alunos Caio Bruno, Carla Quintino, João Rodrigo Brasiliense, Marcos Oliveira, Philipe Kawakami, Renata Cattaruzzi, Rodolpho Salles e Silvia Dalpicolo debruçaram sobre uma das mais importantes publicações brasileiras e ainda em 2006 já tinham em vista que a demanda de trabalho e o estilo da escrita aprofundada das matérias acompanharia os estudantes na realização deste trabalho de conclusão de curso.

No início de julho os jovens jornalistas passaram por uma banca avaliatória e receberam recomendações de substituir o nome “Nova Realidade” por outro que não remetesse diretamente a revista da editora abril. “Queríamos nos desvencilhar do nome da Revista Realidade, não foi fácil, mas fomentamos algumas idéias e chegamos à conclusão que “Revista Retratos” consegue exprimir bem o que queremos com a publicação” afirma um dos integrantes do grupo Marcos Oliveira.

A revista possui características do new jornalism, ou seja, jornalismo literário, com matérias mais aprofundadas (algumas de 10 a 12 páginas) o leitor consegue viajar pela narrativa e encontrar detalhes que não são comuns em outras publicações mais atuais. “Quando comecei a escrever a matéria sobre necromaquiagem precisava ver exatamente do que se tratava, acompanhei de perto o processo, observei cada elemento da sala, o suor do maquiador, as cores, os cheiros, isso é incrível” relata Carla Quintino sobre um dos destaques da revista.

Um dos trechos interessantes da revista é o ensaio fotográfico feito pelos próprios alunos sobre as construções antigas e deterioradas do centro da capital paulista, o resultado apresentado previamente mostra que a fotografia será um elemento que estará a favor dos textos e neste caso funcionará como uma janela para maior explicação dos fatos apresentados.

Dentre as 13 editorias da Retratos, uma das mais instigantes com certeza é a Perfil que nesta edição mostra a vida de Paulo Machado de Carvalho Filho. O trabalho conta ainda com crônicas e uma reportagem especial sobre a vida dos michês, o dia-a-dia desses profissionais do sexo, suas histórias, relacionamentos e a forma como eles encaram a vida e o preconceito.

O projeto gráfico foi uma das maiores dificuldades do grupo. “A revista precisa deste diálogo com o público para que possamos melhor transmitir o que desejamos, e através de um projeto gráfico moderno, idealizado para que a leitura seja mais agradável e sem ser cansativa, vem ao nosso favor e assim conquistamos o leitor” afirma Caio Bruno.

O material está em fase de fechamento na gráfica e sendo assim o grupo está pronto para a avaliação geral que deverá acontecer ainda na primeira quinzena de outubro. O resultado parece surpreender os próprios integrantes.

Jornalismo Literário é nova opção para público cativo


Na última terça-feira dia 25 de setembro, o grupo composto por Caio Bruno, Carla Quintino, João Kawakami, Renata Cattaruzzi, Rodolpho Salles e Silvia Dalpicolo apresentou uma proposta de revista com texto em formato literário.

Logo de cara, o grupo se identificou e opinou pelo trabalho voltado para a literatura. Foi uma maneira de homenagear os detalhes precisos dessa linguagem. A intenção é apresentar matérias focadas para o lado humano com fotos expressivas.

Durante a explicação sobre o tema o integrante Caio Bruno fez algumas citações sobre outras revistas do mesmo gênero.
As características apresentadas foram de um new journalism, reportagens aprofundadas. A revista é composta por 13 editorias, 10 matérias, um ensaio fotográfico, um perfil e uma crônica. O tema do ensaio será “Construções antigas e deterioradas”.

Segundo Caio o grupo fotografou vários lugares do centro velho da cidade de São Paulo. Logo a personalidade escolhida do perfil foi Paulo Machado de Carvalho filho.

O objetivo é trazer a literatura aos textos e oferecer uma leitura complementar às informações corriqueiras como por exemplo: Imigrantes em São Paulo e sobre necromaquiadores. Marcus Oliveira justificou o trabalho pelo número menor de publicações sobre o gênero.
Quanto às dificuldades, o grupo apresentou as seleções de pautas, as fontes de difícil acesso, agenda para conciliar os integrantes, a finalização, diagramação e fechamento da revista.

Tinham uma preocupação de não ficarem presos ao rótulo da Revista Realidade, na qual receberam a sugestão na pré-banca de mudar de Nova Realidade para Revista Retratos.

Logo em seguida, Caio mostrou um preview de algumas páginas da revista já prontas. “Os detalhes foram bem expressivos nos textos” conta Renata Cattaruzzi. A apresentação do grupo foi finalizada com perguntas e elogios.

Retratos: uma nova realidade dos fatos

Abordar e aprofundar temas de diversos segmentos faz parte do projeto editorial da revista RETRATOS


A referência para a elaboração da revista estruturada por alunos do quarto ano de jornalismo da Universidade IMES foi a publicação “Realidade”. A intenção do grupo era colocar nas bancas novamente o periódico, mas como a proposta de realização do Trabalho de Conclusão de Curso é inovar, a solução encontrada foi de pelo menos se espelhar no projeto editorial.
O texto literário se faz presente na publicação com o objetivo de trazer aos leitores, o estilo pouco utilizado atualmente pela mídia. De acordo com Marcus Vinícios, um dos criadores da revista, as matérias aprofundadas, têm foco em questões humanas e fotos expressivas: “Além de serem auto-explicativas, sempre contamos histórias de vida agregadas ao assunto principal da matéria. Quanto às fotos, na Revista Realidade chegavam a ocupar páginas duplas e foi nesse projeto editorial que nós nos inspiramos. Para o texto, por se tratar de textos literários, com travessões e algumas normas a serem seguidas, nós tivemos que fazer um manual de redação próprio”.
Entre as treze editorias apresentadas (que não são fixas), a revista contém 10 matérias, um ensaio fotográfico, um perfil e uma crônica. Os temas considerados inusitados fazem parte do projeto: “É possível chegar numa revista como a nossa, entrevistar um cara que é necromaquiador, que maqueia pessoas mortas, grudar nele o dia inteiro, acompanhar todo o trabalho e desvendar o que fazer, o que não fazer, enfim, coisa que ninguém costuma ler em revistas convencionais”, diz Caio Bruno, também idealizador do projeto.
O grupo relata que entre algumas dificuldades enfrentadas, a escolha dos temas para as matérias causou preocupação. Um dos desafios era pensar em um tema específico e que não fosse abrangente e a partir daí aprofundar e oferecer um olhar diferente do convencional no trabalho.
Quando questionados sobre o espaço que a revista pode ter no mercado, tendo por base que a publicação tem periodicidade mensal e aborda temas diversos com profundidade, os estudantes afirmam que o projeto chega a dividir opiniões. Isso se deve ao fato de que com a internet e outros meios de comunicação, o tempo e a atenção que o leitor utilizaria para a leitura e até com as inúmeras atividades cotidianas, ocasionaria em um grande desafio. Mas Caio Bruno ressalta que “por vontade do grupo o projeto vai pra frente, mas existe a questão mercadológica que pode influenciar, mas que pretendemos sanar”.
O grupo tem projeto de viabilizar a revista na internet já que a maioria dos meios de comunicação utilizam o meio para divulgação de trabalho.
O lançamento da revista irá acontecer na quinzena de outubro.

Caroline Longue Terzi


quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Lar doce lar

É com esta famosa frase que geralmente nos referimos à nossa casa. Um lugar onde a gente se sente mais a vontade,o nosso sossego,o nosso lar. Quem imaginaria que em um lugar que é considerado o maior shopping ao céu aberto de América Latina existe pessoas que vivem uma vida comum. Trabalham o dia inteiro e de noite voltam à suas respectivas residências. É isso mesmo, na rua 25 de março existem moradores sim. E é este fato que os alunos do 4ºano de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, o IMES, resolveram abordar em seus trabalhos de conclusão de curso. O documentário feito pelos estudantes Thiago Magnani, Melina Cardoso, Thaís Zacarelli, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Kátia Lopes e Thiago Francisco teve sua pré- estréia na última terça- feira, 14 de setembro, às 21hs. Contou com a presença de jornalistas e convidados. O programa será em formato radiofônico e contará um pouco da história da tradicional rua, narrado por seus muitos moradores. Segundo a estudante Melina Cardoso, o motivo principal do grupo falar sobre este assunto foi o fato de nunca se ter ouvido falar de pessoas que morassem na 25 de março, fato que até os ambulantes que trabalham no local desconhecem.



Marcos Felix

25 de março: existe vida por trás do paraíso das compras


Ela é uma das ruas mais conhecidas do centro de São Paulo. Lá as barracas de camelôs disputam espaço com as muitas lojas que vendem praticamente de tudo e o melhor: com preços mais em conta. Estamos falando da famosa Rua 25 de março, considerado o maior centro comercial a céu aberto da América Latina.
Não tem como falar da 25 e não mencionar os camelôs disputando aos gritos quem consegue vender mais, a multidão de pessoas que passam as pressas com sacolas de compras nas mãos, o entra e saí das lojas, o “empura-empurra”, o som das buzinas dos carros, que se misturam com a gritaria das pessoas, enfim o tumulto e a agitação do paraíso das compras.
Mas o local que pra uns só servem para passear, gastar dinheiro e se divertir, para outros servem como residência. Isso mesmo, existem pessoas que moram na tão famosa 25 de março. Mas como será o dia-a-dia desses moradores?
Foi pensando nisso que o grupo formado por estudantes do último ano de Jornalismo da Universidade Imes em São Caetano do Sul decidiu produzir o rádio-documentário “Eu moro na 25 de Março”, que foi apresentado em coletiva nesta última terça feira (18).
O grupo Sintonia formado pelos estudantes Fabrício Bomfim, Kátia Lopes, Melina Cardoso, Priscila Marques, Thaiz González, Thiago Francisco e Thiago Magnani pretende revelar histórias curiosas, contar algumas dificuldades e até facilidades vividas por esses moradores.
Os estudantes afirmam que não encontrar material que falasse sobre o assunto acabou entusiasmando ainda mais o grupo a se interessar e levar a idéia a diante, mas eles também confessaram que ao mesmo tempo isso também foi motivo de dificuldades.
Para completar as histórias destes tão inusitados moradores, o documentário traz ainda depoimentos de historiadores, comerciantes e até políticos.
O rádio-documentário “Eu moro na 25 de março” terá sua estréia no final de outubro na própria universidade.


por Larissa Florêncio

Grupo se inspira na revista Realidade


Por Renata Sanches

Na universidade Imes de São Caetano do Sul, um grupo do quarto ano de jornalismo, está fazendo um trabalho de conclusão de curso ( TCC ) para mídia impressa. Os integrantes Caio Bruno, Carala Quintino, João Rodrigo Brasiliense, Marcus Oliveira, Philipe Kawakami, Renata Cataruzzi, Rodolfo Salles e Silvia Dalpicolo criaram a revista Retratos como forma de homenagear um estilo que quase nenhuma revista usa que é o jornalismo literário.

A revista mais conhecida que utilizava deste estilo foi a revista Realidade. O grupo se inspirou nela e criou a revista Retratos com um estilo de escrita aprofundada, surge como uma nova opção, em um cenário de noticias cada vez mais rápidas, complementando a sua leitura diária.

Retratos terá como características o jornalismo litarário e o gonzo jornalístico, que são textos que o jornalista coloca o seu ponto de vista. Terá periodicidade mensal. O leitor ao ler as noticias, os textos poderão tirar suas próprias conclusões do que leram e assim formando a sua própria opinião sobre determinado assunto.

Para que o texto fique agradável, o grupo teve como proposta visual mesclar textos com fotos e o seu projeto gráfico será moderno. A revista trará como noticias assuntos delicados como pirataria, a rotina dos garotos de programa, religião e afins. Mas não será somente isso, terá assuntos inusitados, como uma reportagem sobre necromaquiadores, pessoas que maquiam mortos para dar uma aparência melhor.

A revista Retratos terá 13 editoras, 10 matérias, um ensaio, um perfil e uma crônica. O ensaio será construções antigas que estão se deteriorando e o perfil com o Carlo Machado de Carvalho filho.

O grupo fará uma coletiva de imprensa de pré-lançamento que será na Universidade Imes, dia 25 de setembro, às 21 horas, na sala 74 do prédio D.

25 de Março: lar doce lar




Quem acha que a Rua 25 de março é apenas comercial está enganado. O grupo de alunos do 4º ano de Jornalismo do IMES composto por: Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani produziu um rádio-documentário sobre os moradores da Rua 25 de Março.
Para a realização do trabalho “Eu moro na 25 de Março” o grupo contou com a ajuda da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), Secretaria da Saúde, polícia, vereadores, comerciantes, zeladores, coletores de lixo, historiadores, geógrafos e também recorreram a lista telefônica.
Segundo o grupo o custo final do trabalho saiu barato e já conta com a proposta de exibição do produto na Rádio ABC, emissora onde trabalha dois integrantes do grupo.
O rádio-documentário conta um pouco da história da rua, e dos moradores, contando suas facilidades e dificuldades de residir numa das ruas mais movimentadas de São Paulo.
“Eu moro na 25 de Março” será exibido no final de outubro na Universidade IMES localizada à Avenida Goiás, 3400 em São Caetano do Sul.
Por Carolina Duarte

“ Eu moro na 25 de Março”

Por Fernanda Lúcia

Estudantes abordam a vida dos habitantes da principal rua do comércio paulistano


Uma das ruas mais populares e comerciais do Estado de São Paulo. É com enfoque nisto, que o grupo formado por Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani, estudantes do 4º ano de jornalismo da Universidade Imes, de São Caetano do Sul, apresentou no último dia 18, o rádio-documentário Eu Moro na 25 de Março.

Com objetivo de mostrar os habitantes do considerado maior shopping a céu aberto, o trabalho expõe algumas das 1.269 lojas, além de desvendar histórias da região, dificuldades, facilidades e, curiosidades até então pouco conhecida dos moradores. “Coletamos fontes nos mais diversos personagens que norteiam a região da 25”, afirma Melina Cardoso.

A rua que movimenta atualmente 10 bilhões de reais ao ano, será também mostrada desde a época em que era apenas um trecho do leito do rio Tamanduateí e que servia para embarcações de mercadorias do Oriente. “Procuramos falar um tema em que nenhum trabalho acadêmico, livros, arquivos de jornais e outros veículos abordou: Como é ser morador da 25 de Março e isso nos aguçou”, contam os integrantes do grupo.

O vídeo-documentário Eu Moro na 25 de Março terá sua estréia no próximo mês no auditório da universidade, no Campus I, em São Caetano do Sul, localizado na avenida Goiás, nº3400. Para maiores informações, ligue no (11) 4239-3200.

Rua 25 de março é tema de TCC no IMES


Carla Quintino




Alunos do quarto ano de Jornalismo do IMES mostraram na última sexta-feira, 14, uma prévia do rádio documentário que será apresentado como trabalho de conclusão de curso para a banca de avaliadores. O grupo formado por Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaís González, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Tiago Francisco e Thiago Magnani escolheu como tema contar sobre a vida de pessoas que moram na Rua 25 de março.
O rádio documentário, com o tema “Eu moro na 25 de março”, aborda o outro lado do movimento da rua que é conhecida apenas por suas diversidades no mercado como as várias lojas e camelôs. Uma das integrantes do grupo, Melina Cardoso, afirmou que eles procuraram em trabalhos acadêmicos, arquivos de jornais, livros, entre outros, e não encontraram nada que falasse do tema e isso aguçou o interesse do grupo.
Através de depoimentos de moradores, ex-moradores, comerciantes, historiadores e políticos, o trabalho traça um percurso histórico da rua, desde a época em que a 25 era apenas um trecho do leito do rio Tamanduateí, e tem como objetivo principal relatar as facilidades, dificuldades e curiosidades de se morar numa rua que movimenta bilhões por ano.
A íntegra do projeto será apresentada na segunda quinzena de outubro, no auditório da Universidade.

Sim, eu moro na 25 de março.




Todo mundo a conhece. Todo mundo a visita. A 25 de março é uma das mais movimentadas ruas comerciais de SãoPaulo, mas quem de nós sabe o que acontece na hora em que não há compradores, camelôs, assaltos eprincipalmente barulho?

Pensando em responder esta pergunta, os estudantes Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz González, PriscilaMarques, Fabrício Bomfim, Thiago Francisco e Thiago Magnanide, do 4º ano de jornalismo da Universidade IMES(São Caetano do Sul) decidiram produzir o rádio-documentário “Eu moro na 25 de março”.

Este trabalho mostrará que a famosa rua que movimenta o comércio paulistano ilegal, há também pessoas que moramno local.A partir desta temática, o documentário mostrará as dificuldades, curiosidades e facilidades de quem ajudoucompor a história desta rua.Tudo isso será apresentado durante o mês de outubro, também na Universidade Imes.


João Rodrigo Brasiliense

A vida na 25 de março




Quem mora na cidade de São Paulo ou até residentes em outras cidades com certeza já devem ter ouvido falar na famosa 25 de março, uma das ruas mais badaladas do Brasil principalmente em datas comemorativas.

Poucos sabem ou imaginam, mas por trás do caos, empurrões e muito barulho dos camelôs e compradores, existem pessoas que vivem neste local.

Esta interessante temática foi abordada nesta última semana em uma pré-apresentação do documentário para rádio produzido por um grupo de alunos do 4º ano de jornalismo da Universidade IMES, localizada em São Caetano do Sul.

Intitulado “Eu moro na 25 de março”, o documentário contará histórias de moradores que vivem na rua 25 de março, mostrando as dificuldades e as alegrias dessas pessoas.

Segundo Melina Cardoso, uma das integrantes do grupo, a principal motivação para a realização deste trabalho foi a falta de divulgação das mídias sobre o assunto.

O documentário vai ao ar integralmente em outubro, também na Universidade IMES.


Phillipe Kawakami

Muito mais que uma rua movimentada


A 25 de março pelos olhos dos moradores



Priscila Aguiar



Quem pensa que a rua 25 de março no centro de São Paulo é apenas um reduto de pessoas de todos os lugares em busca de bugigangas, artigos falsificados, cd´s, roupas, brinquedos, tecidos e etc está muito enganado!Apesar de ser conhecida como a rua mais movimentada do Brasil, não é só de armarinhos, lojas e camelôs que constitui a rua 25 de março.Por trás dessa rotina fervilhante de pessoas andando, comerciantes e vendedores ambulantes gritando os seus melhores produtos e ofertas, existem também pessoas que vivem por lá, tem seu lar, dormem e acordam todos os dias dentro do maior Shopping de céu aberto da América Latina.
Esse é o tema do rádio-documentário que os alunos do 4º ano de jornalismo da Universidade IMES produziram: “Eu moro na 25 de março”.O grupo formado por Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaís Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Thiago Franciso e Thiago Magnani tem como objetivo, apresentar personagens desconhecidos que moram ou moraram na 25 de março, historiadores, políticos, comerciantes, representantes da área da saúde e assistência social.
Segundo o grupo, o documentário traça um percurso histórico da rua 25 de março, desde a época em que a rua era apenas um trecho do leito do rio Tamanduateí e servia como travessia para as embarcações vindas do Oriente e do velho continente com suas mercadorias, mas o foco principal é relatar as dificuldades, facilidades e curiosidades de se morar numa rua como esta.
Não deixe de assistir a estréia na segunda quinzena de outubro, a partir das 20h no anfiteatro principal da Universidade IMES.

Endereço:
Av. Goiás,3400
Bairro Barcelona - São Caetano do Sul
Telefone: 4239-3230
Mais informações:
Grupo Sintonia: thi_mn@yahoo.com.br / ffbomfim@gmail.com

MUITO ALÉM DAS COMPRAS




Estudantes produzem rádio-documentário abordando a vida de moradores da Rua 25 de março
Você já imaginou morar na Rua 25 de março? O maior shopping a céu aberto da América Latina, uma das ruas mais freqüentadas e conhecidas por pessoas do Brasil inteiro e que movimenta cerca de 10 bilhões de reais ao ano.
Esta foi a base para o trabalho de conclusão de curso de um grupo de alunos da Universidade Imes, que apresentou na terça-feira 18/09 uma mostra de seu rádio-documentário, uma reportagem que vai além de uma rua repleta de lojas, de armarinhos, de camelôs e de ofertas tentadoras e que pretende na verdade abordar a vida de pessoas que moram na Rua 25 de março.
O grupo composto por Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani conta que a decisão do tema partiu de seu ineditismo, pois nunca se ouviu falar de moradores na Rua 25 de março.
O rádio-documentário traça um percurso histórico da rua, fala de segurança, e de sua arquitetura desde os anos 1800, mas o foco principal é relatar as dificuldades, facilidades e curiosidades de se morar numa rua em que ao abrir sua janela o morador se depara com um mar de gente.
Segundo a aluna Melina Cardoso o grupo decidiu o veículo rádio pela criatividade, tanto de quem produz quanto para quem ouve.
Os futuros jornalistas, que fizeram uma intensa pesquisa e entrevistaram cerca de 60 pessoas, afirmam já ter conseguido negociar a veiculação do rádio-documentário na rádio ABC.
No final da apresentação os estudantes sortearam brindes para os colegas comprados na 25 de março.
O rádio-documentário “Eu moro na 25 de março” tem sua estréia programada para a segunda quinzena de outubro na própria Universidade, localizada a Avenida Goiás, 3400, São Caetano do Sul.
]
Por Ana Carla Molina

terça-feira, 25 de setembro de 2007

25 de março: abrigo de comerciantes, será?

Por Leandro Amaral
Quem nunca ouviu dos pais: " Hoje vamos fazer compra na 25 porque lá é mais barato." Mas, além de toda diversidade de produtos espalahdos pelas lojas e pelos camelõs, existe uma questão que poucos pararam para analisar: Há moradores de rua no local?

Mesmo com parlamentares do legislativo da cidade afirmando que não, o trabalho de conclusão de curso dos alunos do 4º ano de Jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES), prova o contrário.

Na prévia,apresentada na última terça-feira (18), foi anunciado o rádio-documentário, que tem o objetivo de mostrar um lado desconhecido da rua paulistana.

É, mas não foi fácil, poucas referências bibliográficas dificultaram a elaboração do trabalho como foi destacado pelos integrantes do grupo.

A produção conta detalhes nunca reparados antes, como a falta de padaria na 25 de março. O trabalho ainda conta com depoimentos de historiadores, políticos, comerciantes, e especiliastas.

O documentário "Eu Moro na Rua 25 de Março", será exibido na íntegra na segunda quinzena de outubro, na Universidade IMES, em São Caetano do Sul.

Existe casa na 25?

Por Karin Dalle
A pré-estréia do radio documentário "Eu Moro na 25", aconteceu na última terça-feira (18), na universidade imes. Os alunos Fabrício Bomfim, Kátia Lopes, Melina Cardoso Thiago Francisco, Thiago Magnani e Thaiz Gonzáles irão levar os ouvintes ao "coração" comercial de São Paulo para juntos entenderem este fenômeno que se chama: Rua 25 de Março.

O documentário tem como objetivo apresentar algumas pessoas que moram na "25". O método utilizado pelo grupo foi de pesquisas, muita leitura e incessantes visitas ao local. "Nós procuramos em trabalhos acadêmicos, livros, arquivos de jornais e outros veículos de comunicação e não encontramos nada que falasse sobre o tema, e isso nos aguçou ainda mais", diz Melina Cardoso, uma das integrantes.

Barulho e movimento são apenas algumas das "pedras" no sapato destes moradores, que mesmo assim relutam em sair do local. Seus principais vizinhos são: 1.269 lojas, milhares de camelos, 16 estacionamentos e muitos, mas muitos visitantes.

O rádio-documentário "Eu moro na 25" será exibido na segunda quinzena de outubro, na Universidade Imes, em São Caetano do Sul.

Morando na 25

Moradores da Rua 25 de março é o assunto do trabalho de conclusão de curso do grupo Sintonia, composto pelos jornalistas: Melina Cardoso, Thaís Gonzáles, Kátia Lopes, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani. O Sintonia realizou a produção de um rádio documentário com o título; “Eu moro na 25 de março”.
Apresentação começou com aspecto diferenciador e criativo. A integrante do grupo Thaís Gonzáles distribuiu no press kit o release e apitos para os jornalistas presentes na Coletiva de Imprensa. Os apitos é uma boa representação do pensamento que nos vem quando o tema é 25 de março: barulho, agitação, movimento, correria, pechincha, camelô, gritos de vendas... e por aí vai uma lista de palavras relacionadas.

O objetivo do trabalho é mostrar como é a vida dos moradores da rua mais famosa do comércio de São Paulo. Como se faz essa rotina e adaptação meio a todo o corre-corre e barulho do local. A jornalista do grupo acrescenta que morar numa rua que chega a receber milhares de pessoas deve ser uma constante adaptação: “Essa situação deve ser complicada, resolvemos abordar como é a vida dessas pessoas, como é estacionar veículos, como é o fim de semana, a divisão do quintal, se é que ele existe, com tanta gente e tanto barulho! Sem contar: o ai, ai, ai titia!”.

A equipe entrevistou os residentes do lugar, comerciantes e estudiosos para unir as informações que constituíram o documentário. Foi preciso construir uma análise de como é a vida na rua 25 de Março. A obra visa relatar a história da rua e mostrar dificuldades, facilidades e curiosidades dos moradores da rua em que tantas pessoas nunca pararam pra imaginar que existam moradores.

Por fim a Coletiva, que foi apresentada na última terça (18) na Universidade Imes, foi encerrada com um bate papo sobre o assunto entre a equipe, os jornalistas presentes e o assessor de imprensa Arquimedes Pessoni. O Sintonia informe que já recebeu uma proposta da Rádio ABC para veicular o documentário.
Elaine Boaventura

25 ganha dossiê


por Tiago Dias

A rua 25 de março é uma dos lugares mais conhecidos do centro de São Paulo. É de lá que saem uma multidão de pessoas que, como formigas atrás do doce, saem em busca de uma pechincha.
Mas a 25, como é conhecida, guarda muitas histórias que não são gritadas pelos camelôs: as dos moradores.

Fabrício Bomfim, Kátia Lopes, Melina Cardoso, Priscila Marques, Thaiz González, Thiago Francisco e Thiago Magnani foram atrás dessas pessoas. O resultado está no rádio-documentário “Eu Moro na Rua 25 de Março”, apresentado em coletiva na última terça-feira.

O grupo, que está no 4° ano de Jornalismo do IMES - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, conta que teve dificuldade em achar materiais que falasse sobre o assunto, o que acabou dando mais ânimo durante a produção.

A pesquisa abrangeu desde os primórdios da rua, da época em que ficava à margem do Rio Tamanduateí, até os dias de hoje, com a miscelânea que vive no local, embora a maioria seja de descendência chinesa. “Contar as histórias desses moradores foi o nosso grande desafio, afinal eles nunca foram abordados”, explica Melina Cardoso.

Com um leque diverso de fontes e sons ambiente, a 25 de março ganhará um interessante dossiê, traduzindo suas facetas e histórias.

O documentário “Eu Moro na Rua 25 de Março”, será exibido na íntegra em outubro, no IMES.

Nossa há pessoas que moram na 25 de março


Por Renata Sanches
Um grupo do quarto ano de jornalismo da universidade Imes, formados pelos alunso Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Maruqes, Fabrício Bomfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani produziram um rádio documentário com um tema muito diferente sobre a rua 25 de março, no qual a maioria das pessoas a conhecem como uma rua destinada ao comércio.

O grupo tem como objetivo mostrar um personagem desconhecido, nesse caso um morador da rua. E para que este trabalho pudesse ser realizado, os alunos fizeram incessantes visitas ao local.

Durante a transmissão do documentário será falado sobre a história da rua e terá depoimentos de morados da rua. O foco do trabalho é mostrar as facilidades, as dificuldades e as curiosidades de como é morar numa rua que movimenta com seu comercio, 10 bilhões de Reais ao ano. Com certeza morar lá não é nada fácil.

Pára realizar as pesquisas, o grupo utilizou como fontes os moradores, moradores de rua, historiadores, políticos, comerciantes e representantes da área da saúde, segurança e assistência social.

Este trabalho é muito interessante, pois mostra os dois lados da 25 de março. O Rádio documentário “ Eu moro na 25 de março” terá sua Pré-estréia dia 14 de setembro, às 21 horas no Campus I da Universidade Imes de São Caetano do Sul.

25 de Março: muito mais do que uma rua comercial


Por Sílvia Dalpicolo

Lojas de diversas especialidades, camelôs, produtos importados, entre outros. O comércio é mesmo o que torna a 25 de Março famosa. Mas alguém já se perguntou se existe alguém que more na rua? A resposta é sim, e o tema se tornou o trabalho de conclusão de curso dos alunos do 4º ano de Jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES), cuja prévia foi apresentada na última terça-feira, 18 de setembro.

O rádio-documentário tem o objetivo de mostrar um lado desconhecido da rua paulistana, o de seus moradores, por meio de muitas pesquisas e incessantes visitas ao local. Por se tratar de um assunto inédito o grupo encontrou dificuldade em encontrar material para o projeto.
“Nós procuramos em trabalhos acadêmicos, livros, arquivos de jornais e outros veículos de comunicação e não encontramos nada que falasse do morador da 25 de Março e isso só aguçou ainda mais o grupo”, conta Melina Cardoso, uma das integrantes.

A produção conta a história da rua, desde a época em que era apenas um trecho do leito do rio Tamanduateí até os dias atuais, com curiosidades e dificuldades enfrentadas pelos moradores. O trabalho ainda conta com depoimentos de historiadores, políticos, comerciantes, seguranças e assistentes sociais.

“Eu Moro na Rua 25 de Março”, de autoria dos alunos Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Tiago Francisco e Thiago Magnani, será exibido na íntegra em outubro, no Anfiteatro do IMES.

A vida e o comércio na rua mais movimentada de São Paulo


Entre ruas, becos, esquinas, lojas e ambulantes, a Rua 25 de março, esconde seus moradores atrás das lonas do varejo local.


Por: Eduardo Chaves

A todo momento, ônibus de vários locais do estado e do país despejam pelas ruas do centro da cidade de São Paulo, inúmeros turistas e principalmente comerciantes que buscam por novidades e criam um comércio tumultuado independente da época do ano. A agitação e a euforia por novas compras da-se a cara na Rua 25 de março, um dos endereços mais antigos da capital paulista do paraíso das compras.

O mar de gente é formado por pessoas que buscam além do preço baixo, diversidade e novidades do comércio local. Os sotaques são inúmeros e mistura está feita, porém ao entardecer e o abaixar dos portões de aço das lojas, o silencio faz companheiro dos moradores do local.

Um grupo de jovens jornalistas da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, resolveram topar o desafio e mostrar em seu trabalho de conclusão de curso que a rua mais movimentada da América Latina também é berço para paulistas e tantos outros povos que ali moram.

O documentário de rádio “Eu moro na 25 de março” colheu durante todo o primeiro semestre de 2007 inúmeros depoimentos de pessoas que moram na região e assim ganham comodidade e tempo em suas vidas, uma vez que a maioria também trabalha no local e não perdem tempo com o stress do caótico trânsito de São Paulo.

As entrevistas ganham ainda mais vida nas vozes de ex-moradores, moradores de rua, comerciantes, representantes da área de saúde, historiadores, seguranças e assistentes sociais que contam um pouco como é lidar com o barulho e a agitação dia-a-dia, além dos reflexos na saúde e no comportamento pessoal.

Ao todo são 1269 lojas oficiais e cerca de 10 bilhões de reais por ano circulando pela “25” números muito maiores que de muitas outras cidades inteiras espalhadas pelo Estado de São Paulo, os números não impressionam só por aí, a pesquisa dos alunos apontam também curiosidades como conta uma das integrantes do grupo Melina Cardoso: “Um dos moradores nos contou que no prédio dele vive um chinês que todo dia parece que tem defuntos dentro de casa, pois o lixo dele é muito fedorento”.

As narrativas são costuradas com o som do próprio local que se confunde com o barulho dos carros, as buzinas, as ofertas, ambulâncias e sirenes. Detalhes como estes tornam o trabalho ainda mais interessante.

Os alunos Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz González, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani fizeram uma pré-estreia do trabalho no último dia 18 de setembro na própria Universidade e prometem que no próximo mês o trabalho estará pronto e que tentaram veicular em rádios da região do ABC, no entanto a preocupação com a banca avaliadora está em primeiro plano.

Sobre os olhos da fé


Por: Eduardo Chaves


Um grupo de oito alunos do ultimo ano do curso de jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – IMES resolveram abrir uma ferida e falar sobre um assunto que é pouco discutido: religião.

A fé ainda hoje é algo que não se explica, existem estudos que apontam que tudo não passa de crenças e ilusões que a nossa mente cria. Sendo assim doenças psicosomáticas, ou seja, aquelas que surgem pelo próprio homem, podem vir a serem curadas e então a magia da crença funcionou mais uma vez.

No entanto, o trabalho de conclusão de curso dos jovens jornalistas não atua pelo campo da discussão sobre a verdade ou a mentira da cura.

O trabalho pretende discutir a questão da clausura dentro de seis religiões atuantes no Brasil: o Catolicismo, o Anglicanismo, Hinduísmo, Budismo, Ortodoxismo e o Candomblé. Para tanto, o veículo escolhido para condução deste trabalho será o rádio. O documentário intitulado “Do outro lado do muro – A clausura nas religiões” tem cerca de trinta minutos e será divido em cinco partes: “O que é”, “Vocação”, “Rotina”, “Alegrias e desafios”, “Saúde” e “Balança”.

A discussão ganha vida através das vozes de inúmeros personagens que compõem a trama, depoimentos foram colhidos de pessoas que vivenciaram a clausura e hoje contam ter sido beneficiadas com a escolha. No entanto, os alunos também abordam o outro lado da história, as pessoas que se arrependeram do exílio e perceberam que perderam anos a fio de suas vidas em algo que hoje não lhes traz conforto ou segurança.

Para compor o trabalho, o grupo afirma que tiveram problemas quanto à questão de bibliografia sobre o tema. “É difícil encontrar trabalhos que tratem sobre diversas religiões, a maioria aborda o Catolicismo e se tratando de clausura fica muito mais restrito”, afirma Leandro Amaral um dos alunos.

O documentário terá sua exibição completa no mês de outubro e promete desde já ser uma pesquisa que poderá ser veiculada pelos rádios da cidade.

Outra visão da 25 de Março


Por Rafael Munhoz Mestrello

Muita gente conhece a 25 de Março como um dos pontos mais agitados – se não o mais – da Grande São Paulo. Ali, são realizados muitos tipos de comércio, desde o formal, até o informal. Predominam a venda de eletrônicos, mas existem vários tipos de lojas no local. Até aí, quase todo mundo sabe. Mas, como é a vida dos moradores desta famosa rua?

Pois bem, este é o enfoque do Trabalho de Conclusão de Curso de alguns alunos do 4° ano de Jornalismo da Universidade IMES, de São Caetano do Sul. Eles tentam mostrar, através de um documentário de rádio, uma outra visão da 25 de Março: a dos moradores.

O rádio-documentário “Eu moro na 25 de Março” pretende promover uma visão mais curiosa do local, onde muita gente passa por dia, mas nem se lembra que existe gente que, em meio ao comércio, mora e tem toda a sua vida ali.

Para chegar ao resultado final, foram feitas muitas visitas ao local, entrevistando moradores, ex-moradores, moradores de rua, historiadores, políticos, comerciantes, entre outros.

A prévia de como ficará o documentário foi apresentada na última terça-feira (dia 18 de setembro), no Prédio D da Universidade IMES. Os integrantes também participaram de uma coletiva para a imprensa, onde foram respondidas perguntas sobre o trabalho e curiosidades. O lançamento oficial acontecerá na metade de outubro. Até o momento, a data ainda não foi definida.


Olhando para cima


Por Aline Bosio

Considerada a rua mais movimentada de São Paulo, a 25 de março é o tema do rádio-documentário Eu Moro na 25 de Março, produzido por alunos do curso de Jornalismo do Imes e apresentado na última terça-feira (18), na própria universidade.

Como o próprio nome diz, o foco do trabalho fugiu do convencional. Ao invés dos comerciantes e ambulantes, os moradores locais. Moradores? Sim, moradores. Além das mais de 1,2 mil lojas lá instaladas, a rua também abriga residências. Basta um olhar para cima que os prédios residenciais poderão ser notados.

"O objetivo do trabalho é mostrar como as pessoas que moram na famosa rua do comércio vivem em meio aquela correria toda, como elas se adaptam ao barulho, como fazem tarefas relativamente fáceis, como estacionar o carro", conta uma das produtoras do documentário, Melina Cardoso.

Além do desafio de encontrarem informações voltadas ao foco do trabalho, encontrar personagens não foi uma tarefa fácil. "Tivemos que, mesmo embaixo de chuva, ir conversando com vários comerciantes para saber se eles conheciam alguém que morasse por lá, mas a resposta era sempre negativa. Quem nos ajudou bastante foram os catadores de papelões", lembra Melina.

Eu Moro na 25 de Março traz, além de histórias dos moradores, a história da rua, as dificuldades enfrentadas por estas pessoas (uma vez que a lei de zoneamento implantada no local 'desconhece' a existência destas pessoas), as facilidades e as peculiaridades do famoso shopping a céu aberto.

A estréia oficial do rádio-documentário produzido por Melina Cardoso, Thaís Gonzáles, Kátia Lopes, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani será entre os dias 16 e 22 de outubro, no Imes, que fica na avenida Goiás, 3400, São Caetano.

Estou de mudança para 25!


Por Danilo Gonçalves

Estudantes produzem documentário sobre os moradores da 25 de março


Ao escolherem a 25 de março para ser o tema de um documentário de rádio, seis estudantes de jornalismo da Universidade IMES, não queriam abordar usar a tão famosa rua de São Paulo como sempre é abordada pelos meios de comunicação. Foi pensando nisto que nasceu ‘Eu moro na 25 de março’.

Idealizado por Fabrício Bonfim, Melina Cardoso, Kátia Lopes, Priscila Marques, Thaiz Gonzales, Thiago Francisco e Thiago Magnani, ‘Eu moro na 25 de março’ apresenta, por meio de depoimentos de moradores, a sensação de morar em meio às mais de mil lojas e camelôs.

“Abordar estes moradores foi o nosso grande desafio, afinal eles nunca foram abordados”, contou Melina Cardoso, integrante do grupo, após a coletiva. Segundo informações do grupo, as maiores parte das pessoas que residem na tão famosa 25 de março são de descendência chinesa.

Para conseguir material para a produção do documentário os estudantes visitaram várias vezes o local, pois as informações mais preciosas foram conseguidas em campo. “Nossa pesquisa bibliográfica revelou que não existe um material que fale sobre o tema”, explica Melina.

Além dos depoimentos dos moradores, o documentário também conta com depoimentos de historiadores, políticos, moradores de rua, comerciantes e representantes das áreas da saúde, segurança e assistência social e os famosos comerciantes da 25.

Rádio-documentário desvenda mistérios da rua 25 de março


Por: Déborah Silva


Pessoas que residem na Rua 25 de março é o tema da Tese de Conclusão de Curso dos alunos do 4º ano de Jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Com 1.269 lojas e 16 estacionamentos a rua mais movimentada de São Paulo chega a abrigar mais de 1 milhão de pessoas em um único dia.

Mas o que ninguém imagina é que em meio de tanto caos o local é habitado por moradores. Mas afinal, como se vive em uma rua tão movimentada? O rádio-documentário intitulado “Eu moro na 25 de março” conta o dia a dia do morador, tanto no que diz respeito a facilidades e dificuldades.

O grupo composto pelos alunos Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thais Gonzalez, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani afirma que uma das maiores dificuldades do grupo foi começar um novo tema de TCC do zero na primeira banca, pois os temas anteriores caíram.
O rádio-documentário tem cerca de 30 minutos de duração. Segundo a aluna Melina Cardoso o grupo já recebeu uma proposta da rádio ABC para apresentar o trabalho. A estréia do projeto acontece em outubro na sede da Universidade Imes localizada na Avenida Goiás, 3600 – no bairro Barcelona.

Documentário mostra vida de moradores da 25 de Março

Por RodolphoSalles

É isso mesmo. Um rádio documentário produzido por alunos do quarto ano de jornalismo da Universidade Imes pretende mostrar algo até então pouco conhecido, pessoas que moram na rua 25 de Março. O documentário “Eu Moro na 25 de Março” vai revelar que a rua, além de ser um dos pontos comerciais mais conhecidos da cidade de São Paulo, também abriga residências e quase todos os tipos moradores.

Segundo Melina Cardoso, uma das produtoras do radio documentário, alguns residentes da rua são, no mínimo, diferentes. “Um dos moradores nos contou que no prédio dele vive um chinês que todo dia parece que tem defuntos dentro de casa, pois o lixo dele é muito fedorento”, conta. Além de mostrar essas e outras curiosidades, o trabalho tem o objetivo de traçar um percurso histórico dessa rua tão conhecida, desde a época em que ela era apenas um trecho do do leito do rio Tamanduateí.

Como fontes, Melina afirma que os lixeiros foram muito importantes. “Analisando o lixo, os catadores conseguiam traçar um perfil de quem mora lá”, afirma. “Além disso, falamos com a CET, historiadores, geógrafos e mais de 60 pessoas que deram informações importantes.”

Comércio e moradia

A Rua 25 de Março é muito mais que comércio, é também o endereço de algumas pessoas


Quem pensa que a Rua 25 de Março é só para comércio se engana! Ela é o endereço de moradia de muitas famílias que trabalham na própria rua. E os moradores não são somente chineses, existe muito brasileiro também...

Para mostrar como é a vida de pessoas que moram em edifícios na rua que é conhecida como o maior shopping de céu aberto da América Latina, o grupo de estudantes do curso de jornalismo da Universidade IMES criou um rádio-documentário.

O trabalho final será apresentado no mês de outubro, mas uma pré-estréia aconteceu dia 18 de setembro. E para começar essa pré-estréia, o grupo fez uma pequena brincadeira: dando um par de brincos e uma caneta, comprados na Rua 25 de Março, para quem acertasse duas questões sobre a famosa rua de comércio popular de São Paulo.

Esse projeto vai contar a história da Rua 25 de Março, os moradores famosos que já habitaram nesse endereço, relatar a arquitetura, e as facilidades e dificuldades de residir em uma rua famosa e movimentada.

O grupo formado pelos alunos Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz González, Priscila Marques, Fabrício Bomfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani, mudou duas vezes o tema para o trabalho, por isso, eles já possuíam uma pesquisa que serviu como base de estudo.

O que levou o grupo a escolher esse tema foi a curiosidade: “Nós procuramos em trabalhos acadêmicos, livros, arquivos de jornais e outros veículos de comunicação e não encontramos nada que falasse do morador da 25 de Março e isso aguçou ainda mais o grupo”, disse uma das idealizadoras do rádio - documentário Melina Cardoso.

Os jovens não querem parar nesse trabalho, eles pretendem criar um site e fazer matérias que conte como é morar em um lugar diferente, assim como na 25 de março.

A Rádio ABC já fez uma proposta aos jovens, para veicular esse trabalho.
Cláudia Cristina

“Eu moro na 25 de Março” é tema de rádio-documentário




Quando você escuta alguém dizer sobre a Rua 25 de março o que lhe vem à cabeça? Camelôs, Cd’s, DVD’s, muita, muita gente circulando, fazendo compras e muito barulho, certo? Em partes. A mais famosa rua de comércio da América Latina tem tudo isso, sim, mas também é, por incrível que possa parecer, uma rua residencial.

É isso que o rádio-documentário “Eu moro na 25 de Março” vai mostrar. Produzido por jovens jornalistas, que encerram o curso este ano, na Universidade Municipal de São Caetano do Sul – Imes, teve sua pré-estréia na última sexta-feira, (14/9) às 21h, no Campus I da universidade.

O trabalho tem o objetivo de apresentar algumas pessoas que moram na “25” e o grupo utilizou, como metodologia de pesquisa, muita leitura e incessantes visitas ao local. “Nós procuramos em trabalhos acadêmicos, livros, arquivos de jornais e outros veículos de comunicação e não encontramos nada que falasse sobre o tema, e isso nos aguçou ainda mais”, diz Melina Cardoso, uma das produtoras.

Além dos moradores, serviram como fontes desta pesquisa, ex-moradores, moradores de rua, historiadores, políticos, comerciantes e representantes da área da saúde, segurança e assistência social. O grupo ressaltou ainda, durante a coletiva, que o foco principal é relatar as dificuldades e curiosidades de se morar numa rua que movimenta com seu comércio frenético, R$ 10 bilhões ao ano.

Renata Cattaruzzi

“ 25 de Março” a rua do tem de tudo




O grupo de rádio-documentário do 4°ano,apresentou no último dia 18 de Setembro,como vivem os moradores da rua 25 de Março,mostrando as curiosidades,as dificuldades e o que a rua tão bem apreciada por comerciantes e camelôs,também por turistas ,tem de interessante além de roupas mas baratas,bijuterias e brinquedos mais baratos.

Mais não são apenas comércios e camelôs que nela existem,atuam moradores nos prédios da frente,do lado e do outro.Segundo o grupo eles gostam muito da visibilidade do local,principalmente dos tão famosos rapas (onde policias tiram os camelôs do local) e eles começam a correr.

O que o grupo também relatou que já, passaram por várias etapas até chegarem à esse tema “Moro n rua 25 de Março”,que o que muitos não sabiam é que só na 25 de Março existem mais de mil lojas e quatorze estacionamentos.

Vai de lojas de R$ 1,99 até televisão,rádio,DVD e outras mercadorias.

Daniele Garbin n°69

4° ano Jornalismo

25 DE MARÇO: MUITO MAIS QUE UMA RUA


Por Diego Fuzo Garutti

Que comerciantes que nada. Para muitos a rua 25 de Março é destinada apenas para o comércio, mas não é esta a realidade do local. Um grupo de estudantes do 4º ano de graduação em jornalismo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES) produziu um rádio-documentário que irá desvendar esta lenda paulistana.

A pré-estréia do documentário aconteceu na última terça-feira (11), na própria universidade. Os alunos Fabrício Bomfim, Kátia Lopes, Melina Cardoso Thiago Francisco, Thiago Magnani e Thaiz Gonzáles irão levar os ouvintes ao “coração” comercial de São Paulo para juntos entenderem este fenômeno que se chama: Rua 25 de Março.

A produtora Melina Cardoso explica como o grupo chegou neste tema: “Nós procuramos em trabalhos acadêmicos, livros, arquivos de jornais e outros veículos de comunicação e não encontramos nada que falasse do morador da 25 de março e isso só aguçou ainda mais o grupo”.

O documentário irá contar a história da rua, mas seu objetivo principal é abordar como é morar na rua mais popular do Brasil. Barulho e movimento são apenas algumas das “pedras” no sapato destes moradores, que mesmo assim relutam em sair do local. Seus principais vizinhos são: 1.269 lojas, milhares de camelos, 16 estacionamentos e muitos, mas muitos visitantes.

A estréia do rádio-documentário “Eu Moro na 25 de Março” acontece no mês de outubro no auditório do IMES. Mais informações pelo telefone 4239-3230.

UMA RUA QUE ABRIGA MISTÉRIOS

Alunos de jornalismo realizam trabalho sobre moradores da Rua 25 de Março


Você já se imaginou morando em uma rua lotada de pessoas durante todos os dias da semana, e que movimente 10 bilhões de reais ao ano por meio de seu comércio que contém 1269 lojas oficiais?
Pois essa é uma realidade vivida por muitos moradores da Rua 25 de Março.
Existem diversas pessoas que moram sob as dezenas de barracas e camelôs que compõem juntamente com lojas, lanchonetes e restaurantes o maior shopping a céu aberto da América Latina, e é comum o desconhecimento por parte de freqüentadores e até mesmo lojistas, que existam moradores nessa região.


Com o objetivo de apresentar personagens até então desconhecidos pela grande maioria da população e mostrar que a Rua 25 de Março não é composta apenas por barulho e lojas, alunos do 4º de Jornalismo da Universidade IMES, de São Caetano do Sul, desenvolveram como Trabalho de Conclusão de Curso, um rádio documentário com o tema “Eu moro na 25 de março”. Para o desenvolvimento do projeto, foi realizada uma pesquisa intensa sobre o tema, e não foi encontrado nada a respeito dos moradores que compõem uma das ruas mais comerciais do país.

O foco principal do projeto é mostrar as dificuldades, facilidades e curiosidades de se morar em uma rua tão movimentada, desde possuir fácil acesso, por se localizar no centro da cidade, até não possuir um supermercado ou hospital para atender as necessidades dos moradores.
Para a componente do grupo Melina Cardoso, componente do Grupo Sintonia, produtor do projeto, foram usadas fontes de todos os gêneros para compor a pesquisa: “Nos baseamos em informações de moradores da região e até nas dos lixeiros, que por sinal nos passaram diversas delas”. Além disso, foram utilizadas como fonte de pesquisa, para o rádio documentário também, , ex-moradores, historiadores, políticos, comerciantes da região e representantes da área de saúde, segurança e assistência social.

O rádio documentário “Eu moro na 25 de Março” foi apresentado aos outros alunos do 4º ano de Jornalismo e para professores do curso no Campus I da Universidade IMES. No mês de Outubro haverá uma nova apresentação para a banca examinadora, formada por professores que irão avaliar o projeto, além de ser aberto a toda comunidade.



Marcus Oliveira


Alguém mora lá?

Se você pensa que na Rua 25 de março só têm lojas, então não perca o rádio-documentário “Eu moro na 25 de março”.







Apitos, preços baixos, agitação, pechincha e arrastões da polícia, o famoso “rapa”. Você sabe do que estou falando? Acertou se disse que se trata do maior shopping a céu aberto da América Latina: A Rua 25 de março. Mas você sabia que muito mais que lojas, camelôs e armarinhos, dessa barulhenta e agitada Rua esconde um núcleo de moradores? Pois é, isso é algo desconhecido pela população, e foi pensando nisso que um grupo de 8 alunos do 4º ano de jornalismo da Universidade Imes em São Caetano do Sul produziu um rádio-documentário intitulado “Eu moro na 25 de março”.
O trabalho vai apresentar histórias de moradores deste shopping a céu aberto e como eles conseguem ou tentam conviver com o barulho incessante da rua de maior comércio do Brasil que possui 1269 lojas formais e 16 estacionamentos.
Além de contar histórias de moradores, o rádio-documentário irá contar também um breve percurso histórico da 25 de março, mas é claro que o intuito principal dos universitários é mostrar dificuldades, facilidades e curiosidades dos moradores da agitada e barulhenta rua 25 de março, que arrecada com seu comércio 10 bilhões de reais por ano.
Uma das dificuldades apresentada pelo grupo foi encontrar material didático ou em mídias que retratassem sobre os moradores da 25 e isso foi o que aguçou o interesse do grupo, como comenta a integrante Melina Cardoso.
Se você perdeu a pré-estréia que ocorreu na última terça-feira (17) nas dependências da própria Universidade, não tem problema, você poderá acompanhar na integra o rádio-documentário “Eu moro na 25 de março” na 2ª quinzena do mês de outubro, sem data definida até o momento.
Kelly Lira

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Rua 25 de Março: além de shopping uma moradia

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a mais famosa rua de comércio popular do país é também o endereço de muitas residências
Um grupo de estudantes de jornalismo da Universidade IMES vai apresentar um rádio-documentário cujo nome é “ Eu moro na 25 de março”.
Um dos integrantes do grupo, Thiago Magnani, diz qual foi o objetivo do trabalho: “A preocupação do documentário foi a apresentar as pessoas anônimas da 25 de Março com
problemas básicos de morar na rua 25”.

A escolha desse tema não foi nada fácil, pois o grupo teve que mudar por duas vezes o trabalho que já estava quase pronto.

Mas as dificuldades não desanimaram o grupo, eles já receberam a proposta da Rádio ABC para veicular o trabalho. Para isso, vai ser necessário fazer algumas modificações que já estão sendo pensada.

O trabalho vai apresentar um histórico da rua 25 de Março, ressaltando histórias de moradores antigos e novos, descrever a arquitetura dos prédios, e as dificuldades e facilidades de morar na rua considerada o maior shopping de céu aberto da América Latina.

O grupo é formado por Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaís Gonzalés, Priscilla Marques, Fabrício Bomfim, Thaigo Francisco e Thiago Magnani.

O rádio-documentário será apresentado em outubro na Universidade IMES.
Luana Teodoro

25 de março, mora alguém aí?

O maior shopping a céu aberto da América Latina é tema de Trabalho de Conclusão de Curso

Com o objetivo de mostrar que na rua 25 de março por incrível que possa parecer existem moradores, os alunos do quarto ano do curso de jornalismo da Universidade IMES, se questionaram quanto ao modo de vida dos residentes.

De acordo com a estudante e uma das idealizadoras do trabalho, Melina Cardoso, morar numa rua que chega a receber milhares de pessoas deve ser uma constante adaptação: “Essa situação deve ser complicada, então resolvemos abordar como é a vida dessas pessoas, como é estacionar veículos, como é o final de semana dessas pessoas, como é dividir o quintal, se é que ele existe, com tanta gente e tanto barulho. Sem contar o Ai, ai, ai titia”.

O grupo optou pela produção de um rádio documentário de meia hora e deixou de lado a idéia de produzir uma série de reportagens especiais. Os estudantes reconhecem as dificuldades encontradas pelos produtores de um material como o que eles escolheram, já que as rádios optam muito mais pelas séries por serem mais rápidas (cerca de 5 min. cada episódio) e poderem ser interrompidas.

Melina Cardoso explica que a escolha de veicular o trabalho em rádio foi feita porque o veículo exige criatividade tanto por parte de quem produz quanto por parte do ouvinte. “O nosso objetivo é transportar as pessoas para a pele de quem mora lá. Só com um barulhinho teremos que relatar o estresse, as dificuldades, as diversões através de um documentário de rádio”.

O grupo afirma que a pesquisa teve aspecto fundamental para a realização de entrevistas com os moradores. A partir dos conhecimentos adquiridos em livros e informações de órgãos que regimentam e fiscalizam a região, os estudantes adquiriram embasamento sobre o tema para partir daí questionar os residentes sobre situações cotidianas do local. Melina relembra que foram à noite até a Rua 25 de março e chegaram a entrevistar lixeiros que os ajudaram a identificar os locais em que estavam os moradores: “Muitos comerciantes nem sabiam que existiam moradores lá, mas os lixeiros conseguiam distinguir por causa do tipo de lixo, era possível encontrar roupas e restos de comida, por exemplo”.

O grupo teve que mudar duas vezes de tema até chegar no assunto apresentado nesta terça-feira. Mas de acordo com a estudante, a sintonia do grupo ajudou no resultado final do trabalho.

O rádio-documentário “Eu moro na Rua 25 de Março” deve ser veiculado em formato de série de reportagem especial na emissora Rádio ABC, localizada em Santo André. O grupo pretende também criar um site de curiosidades e disponibilizar o trabalho na íntegra além de citar outros locais considerados inusitados para se morar.

Inovando na apresentação, o grupo entregou apitos com o objetivo de remeter ao público que participou da pré-estréia do trabalho, o barulho característico da rua que é marcada pela movimentação contínua.

Caroline Longue Terzi

domingo, 23 de setembro de 2007

Nem só de lojas vive a 25





Você conhece alguém que mora na 25 de março? Foi com esta pergunta que os alunos do 4º ano da Universidade Imes começaram a apresentar uma prévia do seu TCC para a coletiva de imprensa. O grupo escolheu como tema para seu Trabalho de Conclusão de Curso, não a rua de comércio mais famosa da América Latina, e sim as pessoas que moram nesta rua.

De acordo com os alunos existem muitas matérias que envolvem a 25, mas todas prontas, que abordam datas comemorativas como Natal, dia dos Namorados, Páscoa entre outros e que mostram exclusivamente as mais de 1.269 lojas, armarinhos e camelôs. Segundo os alunos, não há nenhum produto jornalístico que se destine aos moradores.

O rádio foi o meio de comunicação escolhido para a veiculação do documentário, que relata as dificuldades, facilidades e curiosidades de se morar numa rua considerada um shopping a céu aberto e que recebe cerca de um milhão de pessoas em dias festivos.

O trabalho conta com depoimentos de moradores que explicam a sensação de abrir a janela e se deparar com um mar de gente, assim como a falta que faz uma padaria, além do barulho da multidão e comerciantes.

Os integrantes Melina Cardoso, Kátia Lopes, Thaiz Gonzáles, Priscila Marques, Fabrício Bonfim, Thiago Francisco e Thiago Magnani disseram que encontrar moradores da rua foi um grande desafio, além disso, a maioria dos residentes são Chineses. O projeto apresenta também a opinião de historiadores, políticos, comerciantes, representantes da área da saúde e segurança e assistentes sociais.

O rádio-documentário “Eu moro na 25 de março” será exibido em outubro na Universidade Imes, que se localiza em São Caetano do Sul.


Danielle Busatto

Uma rua de histórias




O maior endereço comercial da cidade de São Paulo é foco de trabalho de estudantes do curso de jornalismo de São Caetano do Sul. O grupo de alunos desvendou os segredos e as histórias dos moradores da rua 35 de março, que movimenta R$ 10 bilhões por ano, e compilou tudo em um rádio-documentário, que será o projeto de conclusão de curso deles.

De acordo com os formandos não há no mercado acadêmico nenhum trabalho que trate da 25 de março como local residencial e que poucas pessoas sabem que há gente morando lá. Para a grande maioria, a rua é apenas um centro comercial.

Os estudantes entrevistaram os residentes do lugar, comerciantes e estudiosos para obter as informações que compõem o documentário e fazer uma análise de como é viver ali. O projeto se destina a relatar as dificuldades, facilidades e curiosidades dos moradores e também traça o percurso histórico da rua.

Para conseguir todos os depoimentos para realizar o radio documentário, os alunos fizeram diversas visitas ao local e buscaram apoio em livros.

A pré-estréia foi esta semana na Universidade Imes com presença do grupo realizador do trabalho e dos colegas de turma. A estréia oficial será em outubro na própria universidade.

Cristina Abel

Quem mora na 25 de Março?

Devido ao seu famoso comércio de roupas, calçados, materiais escolares, bijuterias, bolsas, etc. A 25 de março, é uma das ruas mais conhecidas e populares do Brasil.

Quem nunca foi a 25 de março comprar alguma coisa, seja em, lojas, camelôs com ou sem alvarás e em shoppings.

A famosa rua, por mais que as pessoas pensem, não é somente destinada a comércios legais e ilegais, existem moradores naqueles prédios imensos, antigos e sem garagens.

Os freqüentadores da rua, nunca pensaram que ali, naquela rua com mais de mil lojas, centenas de camelôs, existiriam pessoas morando ali, em meio essa confusão.

Após várias mudanças de tema, O grupo Sintonia acha um tema interessante e curioso aonde relata em um rádio documentário, a vida dos moradores da rua 25 de março. Narrando a história da rua, com depoimentos de historiadores, políticos, geógrafos, moradores, ex-moradores e comerciantes.

O grupo Sintonia, em suas trajetórias de pesquisas, descobriram que além dos chineses e koreanos serem os maiores comerciantes da rua, também são a maior parte dos moradores.

A maior objetivo do grupo, é mostrar aos seus ouvintes que a famosa rua 25 de março, não é feita só de comercio legais e ilegais, policiais apreendendo mercadorias, confusão, é um local aonde reside pessoas que a população nem imagina que exista, que se divertem com os comerciantes, e são felizes no local que escolheram para morar.

Alessandra Furtado

Incrível! Moradores da Rua 25 de março


Rádio Documentário comprova a existência de moradores na rua de comércio mais famosa do Brasil



Quando vamos á Rua 25 de março, vamos num ritmo frenético de fazer compras sem pensar que nela existam moradores. Mas, quem moraria lá? Só louco para morar num lugar desse. Como eles vivem? É uma grande curiosidade que será esclarecida no rádio documentário “Eu moro na 25 de março”. Feito pelos alunos Thais Gonzáles, Thiago Magnani, Thiago Francisco, Fabrício Bomfim, Melina Cardoso, Priscila Marques e Kátia Lopes. Particularmente, um tema incrível. Nele será mostrado um percurso histórico da rua, porém o foco central será relatar as dificuldades, facilidades e principalmente as curiosidades de quem mora na rua de comércio mais famosa e popular do Brasil. Porque todos pensam que não existem moradores e sim comércio.

A integrante Melina contou sobre as dificuldades enfrentadas para a construção desse TCC. Relatou que o grupo tinha outras duas propostas que caíram; aliás a segunda caiu na semana anterior da apresentação da pré-banca. Também explicou a diferença entre rádio documentário e série de reportagens especiais. A primeira tem duração de 30 minutos e a segunda é dividida em 5 capítulos (um para cada dia da semana).

A apresentação iniciou-se com a distribuição de press-releases com apitos para lembrar do barulho que acontece na Rua 25 de março. E no final Melina e Thais fizeram duas perguntas aos alunos sobre curiosidades dessa rua. Uma destinada para as alunas e outra para os alunos, a moça que acertasse ganharia um brinco e o rapaz uma caneta.


Aline Dias Cavalcante