quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Formandos estudam anencefalia

Cristina Abel

Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, é muito comum no Brasil nascerem crianças sem cérebro. A incidência de casos desse tipo é de 1 para 700 recém-nascidos, de acordo com o geneticista Thomas Gollop.

A causa de nascimentos desse tipo é a falta de ácido fólico na alimentação da mãe. Essa substância é encontrada na vitamina B. Portanto, a prevenção é muito simples, no entanto, toda mulher pode passar por esse problema. Além da questão nutricional, a causa também pode ser genética ou geográfica.

Para constatar se o feto apresenta a doença é possível fazer um ultra-som na 12ª semana de gestação. Entretanto, se constatada, não há como ser revertida. A criança com anencefalia não tem expectativa de vida. São poucas as que conseguem sobreviver alguns meses depois do parto e os órgãos não servem para doação, por não terem atingido seu desenvolvimento completo.

O grupo de formandos de jornalismo da Universidade IMES trata desse assunto em seu vídeo-documentário de conclusão de curso. Os alunos contam com cinco depoentes e oito especialistas para realizar o filme. A estréia do vídeo será em outubro no auditório da universidade.

Um comentário:

Prof. Arquimedes disse...

Bom texto, mas seria bom dar crédito aos alunos... nomes... testemunhal...