terça-feira, 4 de setembro de 2007

Anencefalia: prevenir também é questão de escolha

Por Larissa Florencio

Uma anomalia capaz de fazer que uma criança nasça sem cérebro e que atinge 1 em cada 700 gestações. O nome dessa vilã: Anencefalia.

O vídeo documentário “E agora mãe? Anencefalia e o direito de escolha”, produzido por alunos do 4º ano de Jornalismo da Universidade Imes teve sua pré-estréia na última terça-feira (28).

Um dos aspectos interessantes do documentário e que poucos sabem é que, existe uma forma de prevenção bastante simples por meio da ingestão de ácido fólico, que pode diminuir em aproximadamente 60% o risco deste tipo de deficiência.
Quando não existe a prevenção o diagnóstico da Anencefalia é certeiro. A criança não terá expectativa de vida, poderá morrer dentro do útero da mãe ou até em casos raros viver de forma vegetativa no máximo por alguns meses. Quando isso acontece a questão é: abortar ou não?

Decisão, legislação, prevenção, religião e polêmica, são alguns dos ingredientes que você encontrará no vídeo documentário “E agora mãe? Anencefalia e o direito de escolha” que terá sua estréia na segunda quinzena de outubro na Universidade Imes em São Caetano do Sul.

Um comentário:

Prof. Arquimedes disse...

Achei muito bom, mas a frase "Quando não existe a prevenção o diagnóstico da Anencefalia é certeiro" é muito punk. É isso mesmo?