quinta-feira, 6 de maio de 2010

O famoso grupo TAPA completa 30 anos de fábula

Reconhecido por ter sempre bons atores e, por formar novos profissionais, além de oferecer ao publico sempre um verdadeiro espetáculo, o grupo TAPA Teatro Amador Produções Artísticas, foi criado pela família Tolentino, no dia 10 de julho de 1979, no Rio de janeiro.


No decorrer de seus 30 anos, a companhia acumulou premiações importantes, mas atualmente o grupo atrai apenas os mais apaixonados pelo teatro, praticando um teatro contemporâneo realista, o TAPA busca uma nova geração de espectadores para se manter no cenário nacional e para isso, foi elaborado um novo festival de espetáculos, sem abandonar, é claro, o estilo clássico de “teatro de dramaturgia”.


Hoje o grupo é conduzido pelo diretor Eduardo Tolentino de Araújo, é conhecido também por acreditarem em novos talentos, investirem em pesquisas e análises.


E fornece cursos para atores iniciantes, os cursos são dados por atores mais velhos, Eduardo faz testes para analisar o desempenho dos atores que estão iniciando agora e, com isso dá a oportunidade de um deles estrear em uma de suas peças.


Com mais de 40 peças montadas , elaboradas,e , para iniciar as comemorações deste ano, o grupo preparou para o inicio da temporada, vários “remakes” de peças que ao longo dos anos fizeram parte da historia da companhia, porém com uma releitura um tanto quanto diferente, sempre com textos contemporâneos, dramáticos e de um espetáculo excepcional, que acaba mexendo com a emoção de qualquer pessoa, o TAPA até hoje um dos grupos de teatro que contribuiu com o cenário teatral e, por criar peças da literatura dramática.


Atualmente o grupo está com a peça “ Vestir os nus”, escrita em 1922 por Luigi Pirandello, é um clássico do teatro moderno.


A tentativa de suicídio de uma insignificante criada é dissecada pelo autor de “Seis personagens a procura de Autor”, através de várias versões das personagens envolvidas e do próprio espectador.


PEDRO PAULO LUCAS MAGALHAES

Um comentário:

Arquimedes Pessoni disse...

Descritivo, bem escrito historicamente, mas falta uma dose de opinião para artigo.