sexta-feira, 3 de outubro de 2008

De louco todo mundo tem um pouco...mas não é bem assim, compulsividade é uma doença!

Por
Elias Martins

O grupo In Extenso, nos trouxe nesta quinta-feira (25), um assunto muito comum em nossa sociedade, cada vez mais agitada. Seja na cidade grande ou até mesmo em cidades menores há pessoas com esse problema. Umas para fugir da realidade outras por puro prazer.
A palestra foi realizada pelo grupo de graduandos, na Universidade de São Caetano do Sul – USCS.

A compulsividade ou repetição doentia é analisada como distúrbios psicológicos. A pessoa que sofre dessa “doença” tem vários problemas sociais. Algumas acabam até se suicidando, por não conseguir controlar seus atos causados pela patologia.

Hoje já existem grupos de apoio para ajudar essas pessoas que sofrem e que não tem como controlar seus atos. Atos este que vão desde passar noites em claro jogando até pessoas que comem sem ter fome.

Os universitários foram nessas associações para saber mais como funciona este tipo de apoio e lá encontraram pessoas com diversos tipos de comportamento compulsivo.
“Lá encontramos uma pessoa que não quis se identificar, que sentia prazer sexo com qualquer pessoas, tanto é que ele não olhava as irmãs por sentir desejo incontrolável de transar com elas”, afirma um integrante do grupo In Extenso.

Essas associações de apóio são mantidas em anonimato total, e sempre são realizadas nos fundos das igrejas católicas. Um bom lugar para se agregar pessoas com esse tipo problema.
O grupo afirma que alguns lugares que eles visitaram não eram agradáveis, pois o odor do local era péssimo. Eles relatam ainda que onde o lugar que passaram mais apuros foi onde as pessoas eram compulsivas por sexo, as repórteres do grupo ficaram preocupadas por serem mulheres, “eles nos olhavam com um olhar muito estranho, sentimos muito medo”.

Os doentes de compulsividade sofrem muito, mas nada comparado ao que sofrem os familiares delas. Alguns acabam perdendo tudo o que construiu na vida até mesmo a família. Esse problema atinge todas as classes sociais.

Ao contrário de que muitos pensam, a compulsão é sim uma doença, e é fundamental um acompanhamento médico, psiquiátrico e psicológico.

O trabalho apresentado será dividido em cinco capítulos num documentário de rádio em outubro na própria universidade USCS.

Um comentário:

Prof. Arquimedes disse...

Bom texto, mas procure sinônimos para "pessoas"