quinta-feira, 15 de abril de 2010

Como não perder a credibilidade, não falando?

Por Eric Douglas 12/04/2010

Uma palestra foi realizada na fria noite de quinta-feira (08), para os alunos do 4º ano de jornalismo, da USCS, que receberam a visita da ex-assessora de imprensa do Grupo Santander Brasil, Regiane Bianchini, no (Campus 1) da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, na avenida Goiás.


Ela é Jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo, pós-graduada em Teorias da Comunicação pela Fundação Cásper Líbero. Além de cursos de especialização em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Jornalismo Cultural pela (PUC-SP) e Corporate Affairs pela Fundação Getúlio Vargas.Atualmente é mestranda em Comunicação Inovação e Tecnologia na (USCS). Regiane já foi repórter e trabalhou nas assessorias da Nossa Caixa, Shopping Ibirapuera, Carrefour, entre outros.


A conversa foi em um tom de bate-papo com histórias da carreira profissional e experiências vividas em mais de 20 anos em assessoria de comunicação. “O que o repórter precisa saber?” Indaga Regiane. A pergunta é o resultado da experiência de quem esteve do lado do repórter e agora a resposta vem de uma assessora de imprensa.


Assessoria de imprensa e comunicação interna na aquisição do Banespa


“Eu cheguei no Santander antes do leilão para reduzir os ruídos na comunicação e ficamos trabalhando um tempo e não tínhamos informações se o Grupo Santander compraria de fato o Banespa”, relembra Regiane, sobre o leilão em qual o Grupo Espanhol arrematou em apenas 7 minutos, com um único lance de 7,05 bilhões, quase 5 bilhões a mais do que a segunda melhor oferta, feita pelo Unibanco.


“Uma jornalista da Folha me encheu a paciência a semana inteira antes do leilão, ela queria a confirmação da desistência no Grupo Santander no leilão. Eu não tinha essa informação e que estávamos na briga, mas ela queria soltar a matéria de qualquer maneira”, conta Regiane, da “barriga” que causou a demissão da repórter e foi manchete na Folha em 26 de novembro de 2000.


Mudança de postura no atendimento à imprensa no Carrefour


Em 2008, Regiane foi convidada para trabalhar na assessoria do Carrefour. Com o objetivo de melhorar a imagem da empresa e o relacionamento para uma comunicação mais acessível com os jornalistas. A pauta que os jornalistas queriam “criar”, projetos, entre outros. “A parte de sustentabilidade e problemas internos eram os que mais preocupavam o Presidente da empresa”, conta.


“Vocês desejam trabalhar em qual área após a formação?”, Indaga. A maioria dos estudantes de jornalismo sonham com a televisão. Mas, Regiane com sua baixa estatura fez carreira e comandou equipes na assessoria de comunicação.

(Foto: Raquel Nantes Tavares)

Um comentário:

Arquimedes Pessoni disse...

Boa matéria, pegando apenas trechos da entrevista. reveja o uso de "indaga"+pontuação.