quinta-feira, 20 de maio de 2010

O desafio de superar crises constantes

Quando acontece um fato chocante seja em qualquer área dentro do jornalismo, muitas vezes não imaginamos o quanto isso é difícil para assessores resolverem o momento de crise. Neste intuito, Eduardo Nascimento, assessor de imprensa da faculdade de Medicina do ABC e na área da educação, compareceu no último dia 13, na Universidade de São Caetano do Sul (USCS), dar sua palestra para os alunos do quarto ano de jornalismo.


Atuando desde 2001 na comunicação interna, Eduardo deu exemplos claros de como é complicado para um assessor contornar uma crise. Um fato recente em que Eduardo exemplificou foi em Outubro do ano passado, em longa reportagem do programa Repórter Record da Rede Record de Televisão, onde denunciava esquemas na faculdade em que o assessor trabalha onde pessoas obesas que aguardavam na fila de espera para realizar cirurgia para redução de estômago, pagavam para passar a frente das outras pessoas.


“A partir daí, a ação de um assessor de imprensa se torna fundamental”, explicou Eduardo, que diante de um fato jamais vivido teve que divulgar uma nota de esclarecimento explicando que já haviam aberto uma sindicância para apuração dos fatos e que o médico envolvido no esquema que foi mostrado na reportagem, já havia sido afastado.


O fato acabou repercutindo muito pouco na imprensa e Eduardo afirma que foi muito importante uma ação imediata: “Logo após termos visto a reportagem na TV, foi necessário de imediato uma elaboração da nota de esclarecimento, voltada principalmente para a emissora (no caso a Record) e no dia seguinte já passamos para o departamento de jornalismo dos mesmos”.

A imagem e reputação é outro fator importante em que o palestrante explicou que quanto maior for à marca ou produto, maior fica a responsabilidade do assessor em contornar situação de crise que podem acarretar em problemas na imagem empresarial.

Por fim, Eduardo contou mais algumas histórias em que vivenciou além de responder a dúvidas dos futuros formandos em jornalismo. Em resumo, a assessoria de imprensa na visão do palestrante, mostra que a relação da imprensa com assessores nem sempre é fácil.



Ricardo Trus

Sem crise: futuros jornalistas acompanham palestra sobre abalo nas instituições

Os estudantes do último ano do Curso de Jornalismo da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul receberam, na última quinta-feira, dia 13, o jornalista Eduardo Nascimento, da MP & Rossi Comunicação. Assessor de imprensa da Faculdade de Medicina do ABC, do Colégio Singular, entre outras instituições, Eduardo ministrou uma palestra sobre gerenciamento de crise em instituições.

“É importante que toda instituição planeje sua comunicação. Assim, quando algo errado ou fora dos planos acontecer, o responsável pela parte de comunicação estará apto e preparado para lidar com tal situação”, afirmou Nascimento, que iniciou suas explanações enfatizando a importância em se desenvolver um planejamento e segui-lo a risca em total sincronia com os membros da empresa assessorada.

Outro ponto de destaque abordado pelo jornalista é que toda crise é uma notícia e, assim, o assessor deve trabalhá-la de forma a reverter o acontecimento para uma notícia positiva. “É claro que nem todos os casos de crise são possíveis de serem revertidos, mas o jornalista tem que tentar se antecipar a eles, prever o que vai acontecer e noticiar algo positivo”, explicou Eduardo.

Como exemplo, foi citado o caso de um pronto-socorro em Santo André que passaria por uma reforma estrutural. Para atender à demanda, alguns pacientes deveriam se encaminhar para outro local, na mesma rua. Prevendo que alguns pacientes não se encaminhariam diretamente ao novo local de atendimento e que, portanto, o local em reforma ficaria congestionado de pacientes – gerando crise e notícias ruins – a administração cuidou de disponibilizar ônibus de pronto-socorro em reforma para o novo local de atendimento. Nesse caso a assessoria de imprensa se antecipou e divulgou que o pronto-socorro passaria por uma reforma para melhor atender os pacientes e que seriam disponibilizados veículos para os transportarem ao novo local de atendimento enquanto a unidade passaria pela reforma.

Para finalizar Eduardo falou sobre a profissão e deu dicas aos estudantes. “Para quem for seguir na área de assessoria de imprensa é importante estar preparado para tudo. É fundamental estar antenado em tudo que tiver acontecendo na área que estiver atuando e criar uma imagem positiva da instituição”, completou.


Eduardo Nascimento é jornalista, formado pela Universidade Metodista de São Paulo (2003), com especialização em Comunicação Empresarial pela UMESP (2009). Atua em assessoria de imprensa e comunicação interna desde 2001, com experiências nas áreas de saúde e educação. Hoje, integra a MP & Rossi Comunicação e atua diretamente na Faculdade de Medicina do ABC, no Hospital Estadual Mario Covas e no Colégio Singular.

Isaac Ramiris

A pessoa mais preparada para falar

Por: Eric Douglas

Mais uma palestra foi realizada na última quinta-feira (13), para os alunos do quarto ano de jornalismo da USCS, em São Caetano do Sul. O gerenciamento de crise foi o tema escolhido pelo assessor de imprensa da Faculdade de Medicina do ABC, Eduardo Nascimento.


“O que fazer em um momento de crise?”. Essa foi à primeira pergunta do palestrante, que é jornalista, formado pela Universidade Metodista de São Paulo (2003), com especialização em Comunicação Empresarial pela UMESP (2009). Atua em assessoria de imprensa e comunicação interna desde 2001, com experiências nas áreas de saúde e educação.


Se um rojão estourou ou se uma bomba estiver com o pavio aceso prestes a explodir, saiba que decisão tomar. “A empresa deve manter o controle e evitar boatos com ética e transparência”, conta Eduardo. Todos em uma empresa devem falar a mesma “língua”, caso que não acontece no Palmeiras, onde cada um fala uma coisa e as informações viram contradições.


Sua empresa está em crise, o problema foi um acidente de trabalho, produto com defeito, uma sabotagem, boatos maldosos? “As empresas estão preocupadas com a imagem e o gerenciamento de crise pode servir para apagar um incêndio de grande porte ou não. Às vezes é possível administrar uma crise com naturalidade”, diz.


Uma lição importante contra a boataria é manter sempre os funcionários informados, sobre o que acontece na empresa, isso evita o “ti-ti-ti”. Outras dicas foram absorvidas pelos alunos presentes. “É necessário sempre estar preparado para tudo, porque nunca se sabe o que pode acontecer numa crise”, ressalta a estudante, Gabriele Sinelli Martins.


O plano de comunicação de mídia é fundamental na prevenção de uma futura crise empresarial, com ele possíveis “causas” são identificadas previamente. “Um plano é elaborado para se ter uma idéia se a crise vai mesmo ocorrer. Durante a crise é importante que a empresa continue pautando outros meios e sempre manter um bom relacionamento com a imprensa”, ressalta.


“Amenizar os estragos e contorná-los de forma que sua imagem seja preservada é o trabalho desenvolvido por um assessor de comunicação”, lembra o aluno, Felipe Ortega, morador de Santo André. A reputação, imagem da empresa e do profissional de comunicação deve ser preservada com credibilidade, ética e autonomia nos bons e maus momentos.

Sem pânico! Crises empresárias podem ser controladas

Como resolver uma crise empresarial? O assessor de imprensa, Eduardo Nascimento, especializado em comunicação empresarial, foi à USCS na última quinta-feira (13) dar dicas sobre isso. Ele deu uma palestra explicando passo a passo o que deve ser feito.


O assessor começou falando sobre as principais causas de crise e como a empresa deve se portar diante da situação. Ele comentou que tendo um plano “anti-crise”, toda corporação se sairá melhor diante do inesperado (ou não) ocorrido.


Eduardo enfatizou que a imagem das empresas é muito importante tanto para o público interno e externo. A reputação que elas querem passar para esse público, sempre terá que ser positiva, para criar uma boa imagem e relacionamento, e ter um bom feedback. Mas quando essa imagem passa a ser negativa e chega à mídia, a crise acontece. A imprensa nunca vai perder a oportunidade de divulgar uma crise. “Quanto mais importante e conhecida for a organização, maior a chance de enfrentar uma grave crise de imagem”, disse o assessor.

Após explicar sobre a importância da imagem, deu algumas dicas de como evitar ou sair da crise. Ele diz ser necessário um plano de administração e comunicação para saber gerenciar e abafar esse momento difícil, apresentando planos detalhados e comentando que não pode faltar omissão nessas horas, tem que dar a cara a bater. O assessor ainda mostrou exemplos de crise, como um médico que realizava cirurgia bariátrica de forma ilegal e prejudicou a “Fundação do ABC”, por ser professor da universidade.

Enfim, depois de todo seminário alertando sobre os erros e acertos aos alunos, Eduardo Nascimento comentou que para ser assessor é necessário sempre estar atento e preparado para o que aconteça, pois são nessas crises que o assessor terá que mostrar a competência e seu talento para minimizar, o máximo possível, “as porradas” que a empresa em que trabalha, tomará da mídia.

Diego Boscolo. 4° ano, Jornalismo.

Crise, imagem e reputação

Gabriela Sinelli Martins

Na ultima quinta – feira, o assessor de imprensa Eduardo Nascimento, que trabalha desde o começo da carreira na área da saúde, mostrou para os alunos de jornalismo da USCS (Universidade São Caetano do Sul) como encarar uma crise empresarial.

O assessor iniciou a palestra enfatizando que toda empresa deve ter um plano de administração, pois só assim ela poderá estar mais preparada para uma possível crise.


A imagem e a reputação andam juntas, em um escândalo empresarial, muitas vezes tudo pode acabar mal,assim fazendo com que os assessores tentem amenizar a situação, com notas dirigidas a imprensa ou optando pelo silêncio, que em alguns casos pode ser a melhor escolha.

Nascimento lembrou que toda crise é uma noticia e que o gerenciamento da mesma só pode ser feito através do plano de comunicação e que a mídia deve ser vista como parceira estratégica. Muitas vezes a crise pode ou não ser prevista. Na maioria das vezes o imprevisto é mais difícil de ser contornado.

A imagem é um dos intangíveis de uma organização. A empresa costuma ter várias imagens, que são dividas em três partes. A pretendida, a que a companhia gostaria de ter junto ao seu público, imagem real, o que ela verdadeiramente é e por último a auto-imagem, como a própria empresa se vê.

Nascimento passou algumas dicas que os futuros assessores deveriam ter sempre anotado, mostrando que para trabalhar em uma assessoria de imprensa é necessário estar preparado para tudo, porque nunca se sabe quando uma pode acontecer uma crise.

Resolvendo uma crise

Felipe Ortega

Seu dia parece tranqüilo, até que um acontecimento fora do normal põe você e toda sua equipe num momento de alerta total. Em meio a uma crise o que eu fazer? È isso que levou o jornalista Eduardo Nascimento, especializado em comunicação empresarial, a comparecer na Universidade Municipal São Caetano do Sul, sala do quarto ano de jornalismo.

A necessidade de uma assessoria de imprensa para uma empresa pode ser fundamental nessas horas de apreensão. Qualquer atitude que possa ser vista como irregular pela imprensa e acabe por prejudicar a imagem da empresa pode ser contornada por alguns aspectos que Eduardo põe em sua palestra.

O preparo cauteloso do material que vai ser passado para o público externo, uma boa relação com seus funcionários e proximidade com a mídia são assuntos prioritários para que uma crise possa ser gerenciada. Toda crise vira notícia quando se trata de uma grande empresa e dificilmente ela será escondida devido ao imenso mundo tecnológico que há hoje em dia. Dessa forma, é possível admitir que praticamente toda organização passará por uma crise ou inúmeras crises, logo estar preparado é a solução.

Um plano de comunicação e fundamental para esse momento. Agilidade, interatividade com a imprensa, abastecendo-a sempre com as informações necessárias, mas tomando sempre o cuidado para evitar desencontro delas, por parte dos agentes que gerenciam a crise, a fim de minimizar a boataria, são coisas que precisam ser colocadas em práticas nesses momentos.

Conhecimento dos veículos de comunicação que você atende e ter um porta-voz habilitado, pessoas com uma certo poder de credibilidades e autoridade deve ser o escolhido, para momentos de pressão e boa troca de palavras com os jornalistas insistentes são necessário para que a crise seja conduzida de forma “tranqüila” pela empresa. Trabalhar como fonte e não como ponto de notícia é o modo como a assessoria deve se manter.A imagem da empresa é no final das contas o essencial, o mais importante.Mesmo que a crise tenha acontecido de forma grande, a preservação dela é fundamental para que a crise não seja o fim da empresa. No final é preciso aprender com a crise.


Eduardo Nascimento, que hoje é assessor de imprensa da Faculdade de Medicina de Santo André, implantou em diversas situações esse plano de gerenciamento de crise. Mostrando durante a palestra na prática sua utilização e utilidade. E deixa claro a importância de haver uma assessoria de imprensa numa empresa. Amenizar estragos e contorná-los de forma que sua imagem seja preservada é o trabalho desempenhado por eles.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Trintão no cenário teatral

Ghost Writter – Amanda Sakumoto


Em julho de 1979 nascia, no Rio de Janeiro, o grupo Teatro Amador Produções Artísticas, liderado pelo diretor Eduardo Tolentino de Araújo, fazendo o chamado teatrão, ou melhor, teatro realista. Em 1986, transfere-se para São Paulo, ocupando como sede o Teatro Alinça Francesa.


Baseado nas técnicas de Stanislavsky, o teatro realista trabalha sem o conceito de estereótipo, o ator vive o personagem mesmo nos bastidores. Enquanto não se iniciam as gravações o ator continua trabalhando o personagem. Esta técnica é muito utilizada nas telenovelas brasileiras.


Desde julho do ano passado, o Grupo Tapa comemora os seus 30 anos de existência, e durante um ano fará reapresentações de suas peças. Em agosto serão apresentadas peças inéditas no Festival Pirandello.


O TAPA contribui muito com o cenário teatral do país. É o maior grupo de São Paulo. As “crias” do TAPA estão espalhadas pela TV afora, como o ator Rodrigo Lombardi. E ganham prêmios, como o Shell e o APCA.


O TAPA também possui cursos de atores iniciantes ministrados por atores mais velhos. Alguns alunos são escolhidos para fazer pequenos papéis em peças do grupo, um papel de maior destaque só é conquistado quando o ator atinge uma maturidade profissional.


Ultimamente têm-se mudado um pouco esta conduta, alguns atores novos representaram papéis de destaque. Foi um teste que, por enquanto, deu resultado positivo.


São trinta anos de teatro bem feito, formando uma geração de expectadores, levando muita gente ao teatro. Infelizmente o público que acompanha o TAPA é formado por pessoas mais antigas. O desafio do grupo, hoje, é manter o seu lado tradicional, mas acrescentar elementos modernos e se adaptar ao contemporâneo. Tudo para conquistar um público mais jovem!